Saturday, November 13, 2010

Pequenas Reparações

A Ermelinda, conhecida por todos apenas por Linda, tinha se divorciado há pouco tempo e agora vivia apenas com o pequeno Gonçalo, o seu filho de 11 anos. A Linda era amiga da minha irmã desde o tempo da escola secundária e mais velha que eu alguns anos.


Em conversa que ela teve com a minha irmã, ela confessou que necessitava de alguém para fazer uma pequenas reparações em casa, coisa que normalmente era o ex-marido que fazia. A minha irmã disse-lhe para ela não se preocupar, que eu ia lá a casa e ajudava-a, sem lhe cobrar dinheiro.


E assim foi, combinei com a Linda no fim-de-semana em que o pequeno Gonçalo ia estar com o pai, para poder trabalhar mais à vontade, sem a criança andar por perto a atrapalhar. Os trabalhos também não eram complicados, mas alguns eram demorados, a torneira da cozinha estava a pingar, a imagem da Tv estava com chuva, o puxador da porta da sala estava solto, coisas do género. A Linda estava a ser uma querida para mim, era uma mulher que eu conhecia desde criança, mas nunca tinha estado assim com ela. É carinhosa, meiga, boa conversadora. No sábado ao final da tarde, quando já tinha tudo reparado, perguntei se não faltava nada, e ela, com um ar meio tímido, pediu-me para tentar perceber o que se passava na cama dela.



As traves de madeira da cama, estavam a ficar soltas, e a cama fazia muito barulho, quando ela se mexia em cima do colchão. Deitei-me de barriga para cima, com a cabeça debaixo da cama para tentar perceber o problema. Senti que aquela minha posição a perturbou. Os olhos delas brilhavam e estavam vidrados a olhar para o meu corpo. Nesse momento eu pedi-lhe o martelo, e quando ela se baixou para me entregar, ficamos durante uns segundo a olhar um para o outro, e involuntariamente trocamos um beijo.


Atrapalhados, fingimos nada se ter passado e acabei por terminar o meu trabalho. Pedi-lhe para verificar se a cama já estava melhor, e nesse momento em que ela se deixa cair sobre o colchão, puxou o meu corpo que caiu sobre o dela. Os corpos colaram-se e os nosso lábios também. Foi nessa altura que reparei, que agora é que ia começar o principal trabalho deste fim-de-semana. Enquanto os nossos corpos rebolavam em cima daquela cama, e as peças de roupa iam sendo tiradas, a Linda confessou-me que não estava com um homem desde que se separou, e precisa que voltar a sentir a força masculina dentro dela.


Senti nesse momento uma forte vontade de lhe satisfazer essa vontade. Ela assim que retirou toda a roupa do meu corpo quis saborear toda a minha pele. A sua língua percorreu o meu corpo. Ela sabia onde lamber, onde morder e onde chupar. Depois de ela saborear todo o meu corpo, e de colocar tudo dentro da sua boca, foi a minha vez de sentir o sabor agridoce da excitação daquela mulher. Quase fiquei com a língua dormente de tanto a esfregar naquele poço húmido de desejo.


Logo de seguida foi o momento chave, quando me deitei em cima dela, e entrei por completo dentro do seu corpo. Não sei se seria por carência, ou simplesmente por desejo, mas nunca tinha estado dentro de uma mulher que me transmitisse uma tão grande sensação de prazer. O seu corpo vibrava intensamente. Foi fantástico sentir a explosão que aquele corpo transmitiu ao meu. Tudo que ela tinha acumulado foi-se libertando, minuto a minuto, e em cada impulso que o meu corpo lhe oferecia, sentindo ela sempre uma penetração meiga e profunda.


Ofereci-lhe tudo o que ela quis, e não foi só uma vez. Acabei por passar essa noite na casa dela, a testar se as traves da cama tinham deixado efectivamente de fazer barulho. Afinal, a grande reparação que tive de fazer, foi recuperar a sensação de prazer que a dona da casa já não vivia à uns anos.


Foto: Felix Wirth (Corbis.com)

Pequenas Reparações

A Ermelinda, conhecida por todos apenas por Linda, tinha se divorciado há pouco tempo e agora vivia apenas com o pequeno Gonçalo, o seu filho de 11 anos. A Linda era amiga da minha irmã desde o tempo da escola secundária e mais velha que eu alguns anos.


Em conversa que ela teve com a minha irmã, ela confessou que necessitava de alguém para fazer uma pequenas reparações em casa, coisa que normalmente era o ex-marido que fazia. A minha irmã disse-lhe para ela não se preocupar, que eu ia lá a casa e ajudava-a, sem lhe cobrar dinheiro.


E assim foi, combinei com a Linda no fim-de-semana em que o pequeno Gonçalo ia estar com o pai, para poder trabalhar mais à vontade, sem a criança andar por perto a atrapalhar. Os trabalhos também não eram complicados, mas alguns eram demorados, a torneira da cozinha estava a pingar, a imagem da Tv estava com chuva, o puxador da porta da sala estava solto, coisas do género. A Linda estava a ser uma querida para mim, era uma mulher que eu conhecia desde criança, mas nunca tinha estado assim com ela. É carinhosa, meiga, boa conversadora. No sábado ao final da tarde, quando já tinha tudo reparado, perguntei se não faltava nada, e ela, com um ar meio tímido, pediu-me para tentar perceber o que se passava na cama dela.



As traves de madeira da cama, estavam a ficar soltas, e a cama fazia muito barulho, quando ela se mexia em cima do colchão. Deitei-me de barriga para cima, com a cabeça debaixo da cama para tentar perceber o problema. Senti que aquela minha posição a perturbou. Os olhos delas brilhavam e estavam vidrados a olhar para o meu corpo. Nesse momento eu pedi-lhe o martelo, e quando ela se baixou para me entregar, ficamos durante uns segundo a olhar um para o outro, e involuntariamente trocamos um beijo.


Atrapalhados, fingimos nada se ter passado e acabei por terminar o meu trabalho. Pedi-lhe para verificar se a cama já estava melhor, e nesse momento em que ela se deixa cair sobre o colchão, puxou o meu corpo que caiu sobre o dela. Os corpos colaram-se e os nosso lábios também. Foi nessa altura que reparei, que agora é que ia começar o principal trabalho deste fim-de-semana. Enquanto os nossos corpos rebolavam em cima daquela cama, e as peças de roupa iam sendo tiradas, a Linda confessou-me que não estava com um homem desde que se separou, e precisa que voltar a sentir a força masculina dentro dela.


Senti nesse momento uma forte vontade de lhe satisfazer essa vontade. Ela assim que retirou toda a roupa do meu corpo quis saborear toda a minha pele. A sua língua percorreu o meu corpo. Ela sabia onde lamber, onde morder e onde chupar. Depois de ela saborear todo o meu corpo, e de colocar tudo dentro da sua boca, foi a minha vez de sentir o sabor agridoce da excitação daquela mulher. Quase fiquei com a língua dormente de tanto a esfregar naquele poço húmido de desejo.


Logo de seguida foi o momento chave, quando me deitei em cima dela, e entrei por completo dentro do seu corpo. Não sei se seria por carência, ou simplesmente por desejo, mas nunca tinha estado dentro de uma mulher que me transmitisse uma tão grande sensação de prazer. O seu corpo vibrava intensamente. Foi fantástico sentir a explosão que aquele corpo transmitiu ao meu. Tudo que ela tinha acumulado foi-se libertando, minuto a minuto, e em cada impulso que o meu corpo lhe oferecia, sentindo ela sempre uma penetração meiga e profunda.


Ofereci-lhe tudo o que ela quis, e não foi só uma vez. Acabei por passar essa noite na casa dela, a testar se as traves da cama tinham deixado efectivamente de fazer barulho. Afinal, a grande reparação que tive de fazer, foi recuperar a sensação de prazer que a dona da casa já não vivia à uns anos.


Foto: Felix Wirth (Corbis.com)

Saturday, November 6, 2010

Em Nome de uma Amizade



A Vera e o Rogério eram um casal amigo, e eles mantinham uma relação muito forte e apaixonada. Ele era militar e ela era economista, mas sem dúvida uma mulher muito atraente e charmosa, um tipo de mulher que não deixa uma homem indiferente. 


O Rogério foi integrando numa das forças que ia representar Portugal no Kosovo, e estava radiante. Ele sonhava há vários anos ser uma “Capacete Azul” da ONU e representar as cores de Portugal. Poucos dias antes dele viajar para os Balcãs, encontrei-me com os dois, e senti que a Vera estava triste e desolada. Ia ficar sozinha durante, pelo menos, seis meses. Ele pediu-me para eu lhe fazer companhia sempre que ela se sentisse só, e eu aceitei. E assim combinamos que todas as sextas feiras, íamos ao maior Shopping da cidade jantar e conversar um pouco.




Ela não parecia a mesma mulher, tinha perdido o seu habitual brilho no olhar e o seu sorriso contagiante. Eu sempre tentava anima-la, contando-lhe aventuras minhas e do Rogério na nossa adolescência, no entanto, naquela noite, a Vera fez-me uma confissão totalmente inesperada e desesperada:”Eu não aguento mais. O meu corpo não aguenta mais. O meu corpo e a minha mente funcionam com energia sexual. Na próxima semana vão fazer quatro meses de total inactividade Preciso de energia para viver. Preciso de ajuda. Podes ajudar-me?” 


Fiquei de boca aberta com aquelas palavras, e tentei sugerir que ela criasse essa energia de uma forma solitária, olhando para fotos do Rogério e relembrando bons momentos que os dois tenham vivido. Ela olhou para mim de forma séria e disse:”Não, isso comigo não resulta. Podes-me ajudar ou não?” Sem responder, tentei inverter os argumentos, e dizer-lhe que o Rogério estaria de regresso a casa dentro de dois meses, era preciso ela ter apenas mais um pouco de paciência. 



Ela, puxou a camisa com força, e já com um ar de poucos amigos disse-me:” Já percebi que não me vais ajudar. Pensava que eras meu amigo. Vou resolver o meu problema de outra maneira. Amanhã à noite, vou até uma discoteca famosa na Margem Sul, e acredito que nenhum homem me vai dizer que não.” Depois disto, ela virou-me as coisas e foi-se embora. Fiquei a pensar naquela conversa. 


Ela era uma mulher deliciosa para qualquer homem, e claro, para mim também, mas era a namorada de um grande amigo meu. Não conseguia me imaginar a trair o Rogério, no entanto, ainda me sentia pior, pelo facto de saber que ela se iria entregar a um estranho, talvez um homem perigoso, não sei. Nesse momento, decidi que também iria a essa discoteca nessa noite.


Quando lá cheguei, foi muito fácil encontrar a Vera. Ela vestiu-se para matar, e era provavelmente a mulher mais vistosa da noite. Eu sentia que todos os homens mantinham um olhar devorador na sua direcção. Eu fui discreto e controlei a situação à distância. Junto dela estava um homem mais velho, charmoso e com um ar implacável Senti o perigo e decidi avançar. Cheguei junto dos dois, e beijei a Vera na boca, demoradamente, e apresentei-me como se fosse seu namorado. Ele nem reagiu, e ela sorriu. Saímos os dois dali, e já no carro, eu disse-lhe:” Não te preocupes, eu vou resolver o teu problema”. 


Fui em direcção à Fonte da Telha. Estava uma noite quente, difícil de conseguir no mês de Novembro, e os nossos corpos acabaram por cair no areal. Dei-lhe tudo o que ela queria, e os nossos lábios pareciam não se querer separar. Comigo dentro do seu corpo, eu dei-lhe tudo, e os seus olhos recuperaram o brilho perdido. Os movimentos de entrada e saída do seu corpo eram fortes e intensos, pois era assim que ela queria. Tudo aconteceu, mesmo tudo o que tu possas imaginar, de uma forma incrivelmente excitante, que nos levou ao máximo prazer. Ela estava insaciável, mas com grande intensidade presenteei todo seu peito com o meu prazer, enquanto ela chamava-me Rogério…


Só sentindo aquela vibração verdadeiramente na pele, é que consegui perceber as palavras de desespero que a Vera me tinha dito no dia anterior Ela precisava efectivamente daquela energia. Ficamos no areal até nascer o Sol, num silêncio cúmplice, mas a Vera estava uma mulher revigorada, no entanto a traição estava consumada. Tudo o que aconteceu, foi sempre um segredo bem guardado entre nós. 


O Rogério não merecia isto, e ainda hoje não sei se tive um comportamento correcto ou não… Apetece-me desabafar com Rogério, pois nunca tivemos segredos com ele, mas não tenho coragem, como será que ele reagia? Será que no seu pedido para lhe fazer companhia, ele já previa isto? 


O que é certo, é que fiz tudo em nome de uma amizade…


Foto: Autor desconhecido

Em Nome de uma Amizade



A Vera e o Rogério eram um casal amigo, e eles mantinham uma relação muito forte e apaixonada. Ele era militar e ela era economista, mas sem dúvida uma mulher muito atraente e charmosa, um tipo de mulher que não deixa uma homem indiferente. 


O Rogério foi integrando numa das forças que ia representar Portugal no Kosovo, e estava radiante. Ele sonhava há vários anos ser uma “Capacete Azul” da ONU e representar as cores de Portugal. Poucos dias antes dele viajar para os Balcãs, encontrei-me com os dois, e senti que a Vera estava triste e desolada. Ia ficar sozinha durante, pelo menos, seis meses. Ele pediu-me para eu lhe fazer companhia sempre que ela se sentisse só, e eu aceitei. E assim combinamos que todas as sextas feiras, íamos ao maior Shopping da cidade jantar e conversar um pouco.




Ela não parecia a mesma mulher, tinha perdido o seu habitual brilho no olhar e o seu sorriso contagiante. Eu sempre tentava anima-la, contando-lhe aventuras minhas e do Rogério na nossa adolescência, no entanto, naquela noite, a Vera fez-me uma confissão totalmente inesperada e desesperada:”Eu não aguento mais. O meu corpo não aguenta mais. O meu corpo e a minha mente funcionam com energia sexual. Na próxima semana vão fazer quatro meses de total inactividade Preciso de energia para viver. Preciso de ajuda. Podes ajudar-me?” 


Fiquei de boca aberta com aquelas palavras, e tentei sugerir que ela criasse essa energia de uma forma solitária, olhando para fotos do Rogério e relembrando bons momentos que os dois tenham vivido. Ela olhou para mim de forma séria e disse:”Não, isso comigo não resulta. Podes-me ajudar ou não?” Sem responder, tentei inverter os argumentos, e dizer-lhe que o Rogério estaria de regresso a casa dentro de dois meses, era preciso ela ter apenas mais um pouco de paciência. 



Ela, puxou a camisa com força, e já com um ar de poucos amigos disse-me:” Já percebi que não me vais ajudar. Pensava que eras meu amigo. Vou resolver o meu problema de outra maneira. Amanhã à noite, vou até uma discoteca famosa na Margem Sul, e acredito que nenhum homem me vai dizer que não.” Depois disto, ela virou-me as coisas e foi-se embora. Fiquei a pensar naquela conversa. 


Ela era uma mulher deliciosa para qualquer homem, e claro, para mim também, mas era a namorada de um grande amigo meu. Não conseguia me imaginar a trair o Rogério, no entanto, ainda me sentia pior, pelo facto de saber que ela se iria entregar a um estranho, talvez um homem perigoso, não sei. Nesse momento, decidi que também iria a essa discoteca nessa noite.


Quando lá cheguei, foi muito fácil encontrar a Vera. Ela vestiu-se para matar, e era provavelmente a mulher mais vistosa da noite. Eu sentia que todos os homens mantinham um olhar devorador na sua direcção. Eu fui discreto e controlei a situação à distância. Junto dela estava um homem mais velho, charmoso e com um ar implacável Senti o perigo e decidi avançar. Cheguei junto dos dois, e beijei a Vera na boca, demoradamente, e apresentei-me como se fosse seu namorado. Ele nem reagiu, e ela sorriu. Saímos os dois dali, e já no carro, eu disse-lhe:” Não te preocupes, eu vou resolver o teu problema”. 


Fui em direcção à Fonte da Telha. Estava uma noite quente, difícil de conseguir no mês de Novembro, e os nossos corpos acabaram por cair no areal. Dei-lhe tudo o que ela queria, e os nossos lábios pareciam não se querer separar. Comigo dentro do seu corpo, eu dei-lhe tudo, e os seus olhos recuperaram o brilho perdido. Os movimentos de entrada e saída do seu corpo eram fortes e intensos, pois era assim que ela queria. Tudo aconteceu, mesmo tudo o que tu possas imaginar, de uma forma incrivelmente excitante, que nos levou ao máximo prazer. Ela estava insaciável, mas com grande intensidade presenteei todo seu peito com o meu prazer, enquanto ela chamava-me Rogério…


Só sentindo aquela vibração verdadeiramente na pele, é que consegui perceber as palavras de desespero que a Vera me tinha dito no dia anterior Ela precisava efectivamente daquela energia. Ficamos no areal até nascer o Sol, num silêncio cúmplice, mas a Vera estava uma mulher revigorada, no entanto a traição estava consumada. Tudo o que aconteceu, foi sempre um segredo bem guardado entre nós. 


O Rogério não merecia isto, e ainda hoje não sei se tive um comportamento correcto ou não… Apetece-me desabafar com Rogério, pois nunca tivemos segredos com ele, mas não tenho coragem, como será que ele reagia? Será que no seu pedido para lhe fazer companhia, ele já previa isto? 


O que é certo, é que fiz tudo em nome de uma amizade…


Foto: Autor desconhecido

Monday, November 1, 2010

Janela Indiscreta

Depois de uma semana cansativa, aquela tarde de domingo chuvosa foi passada no sofá, a ver os filmes que a TV tinha para oferecer.


No entanto, a Susana parecia eléctrica, queria sair, queria ir lanchar com uns amigos nosso, mas efectivamente não me conseguiu convencer, eu estava realmente cansado e sem vontade de fazer nada, e queria ficar apenas a descansar e a saborear o meu sofá.


Resignada, sentou-se ao meu lado no sofá, e começou a provocar-me. Ela queria tudo menos ficar parada. Beijou-me o pescoço, mordeu-me a orelha, meteu a mão dentro das minhas calças, mas nada me convencia, apenas me apetecia estar ali, calmo, com a cabeça longe do mundo. Notei que a Susana se levantou do sofá com um ar aborrecido, foi até ao quarto e voltou apenas em fio dental e soutien, dizendo que ia por a máquina a lavar roupa, mas como estava descontraído nem liguei com atenção ao que ela me estava a dizer.


A janela da nossa cozinha, permite a vários apartamentos vizinhos, a visão completa do seu interior, e ela fez questão de deixar a janela bem aberta, e ter os estores bem levantados. Eu através da janela da sala olhei para a rua, e pude ver numa janela do prédio das traseiras, um velho barrigudo com a mão dentro dos calções, com um ar de gozo e satisfação a olhar para o meu apartamento. Fui então rapidamente à cozinha para contar à Susana o que tinha conseguido observar, no prédio das traseiras.  


Quando para meu espanto, chego à cozinha, reparo que ele estava a satisfazer-se, a olhar para a minha mulher. Não disse mais nada, fiquei à porta da cozinha a assistir ao espectáculo. Fiquei em êxtase, quando vi a Susana tirar o Soutien, libertando aquele peito que eu adoro. Baixou o fio dental e colocou mais uma peça de roupa na máquina de lavar. Ela olhou para a varanda do velho, sorriu e continuou completamente sem roupa.



Ainda se baixou para apanhar uma blusa que tinha caído, ficando de costas para a janela, com o rabo bem direccionado, exibindo-se por completo para aquele senhor, praticamente com idade para ser seu pai. Aquele espectáculo estava a empolgar-me, e a Susana estava a adorar ser tão provocadora. Permaneceu alguns segundo vergada, com o rabo bem exposto para a rua.


Fui em direcção a ela, agarrei-a com força, e sentei-a em cima da máquina de lavar roupa, e penetrei-a com toda a excitação que aquela cena me tinha provocado. Ela não disse uma única palavra, nem fez nenhum movimento de objecção. Era efectivamente o que ela queria. Foi engraçado sentir a vibração do funcionamento da máquina, enquanto entrava dentro dela com prazer e com desejo. Foi a vibração total…


Coloquei-a de seguida, debruçada novamente sobre a máquina, e desfrutei da fantástica imagem da sua anca, bem virada para mim, a pedir que entrasse dentro dela, por detrás. Era a nossa posição preferida, pois proporcionava movimentos externamente profundos e intensos, sempre a um ritmo forte, e acompanhados com umas fortes palmadas nas nádegas, que ela sempre implorava que eu lhe desse. Eu adorava estar por completo dentro dela, e naquela posição era muito fácil.


Ao ritmo do prazer, olhamos para a janela e lá estava o homem, a rir-se e a delirar com todo o espectáculo, enquanto a chuva batia no vidro da nossa janela. Eu e a Susana continuamos a nossa exibição, sentindo uma estranha sensação de prazer pelo facto de estarmos a ser observados.


No momento antes da grande sensação de prazer, sai de dentro dela, e direccionei-o para as suas costas, pelo facto de ela adorar sentir-me na sua pele, de eu me sentir um homem dominador, e de ser fácil provar ao nosso vizinho que o prazer tinha sido delicioso… No final, a Susana fez questão de sujar a mão com o que eu lhe ofereci, para dizer adeus ao nosso vizinho… com a sua mão bem viscosa…


Foto: Creasource (Corbis.com)

Janela Indiscreta

Depois de uma semana cansativa, aquela tarde de domingo chuvosa foi passada no sofá, a ver os filmes que a TV tinha para oferecer.


No entanto, a Susana parecia eléctrica, queria sair, queria ir lanchar com uns amigos nosso, mas efectivamente não me conseguiu convencer, eu estava realmente cansado e sem vontade de fazer nada, e queria ficar apenas a descansar e a saborear o meu sofá.


Resignada, sentou-se ao meu lado no sofá, e começou a provocar-me. Ela queria tudo menos ficar parada. Beijou-me o pescoço, mordeu-me a orelha, meteu a mão dentro das minhas calças, mas nada me convencia, apenas me apetecia estar ali, calmo, com a cabeça longe do mundo. Notei que a Susana se levantou do sofá com um ar aborrecido, foi até ao quarto e voltou apenas em fio dental e soutien, dizendo que ia por a máquina a lavar roupa, mas como estava descontraído nem liguei com atenção ao que ela me estava a dizer.


A janela da nossa cozinha, permite a vários apartamentos vizinhos, a visão completa do seu interior, e ela fez questão de deixar a janela bem aberta, e ter os estores bem levantados. Eu através da janela da sala olhei para a rua, e pude ver numa janela do prédio das traseiras, um velho barrigudo com a mão dentro dos calções, com um ar de gozo e satisfação a olhar para o meu apartamento. Fui então rapidamente à cozinha para contar à Susana o que tinha conseguido observar, no prédio das traseiras.  


Quando para meu espanto, chego à cozinha, reparo que ele estava a satisfazer-se, a olhar para a minha mulher. Não disse mais nada, fiquei à porta da cozinha a assistir ao espectáculo. Fiquei em êxtase, quando vi a Susana tirar o Soutien, libertando aquele peito que eu adoro. Baixou o fio dental e colocou mais uma peça de roupa na máquina de lavar. Ela olhou para a varanda do velho, sorriu e continuou completamente sem roupa.



Ainda se baixou para apanhar uma blusa que tinha caído, ficando de costas para a janela, com o rabo bem direccionado, exibindo-se por completo para aquele senhor, praticamente com idade para ser seu pai. Aquele espectáculo estava a empolgar-me, e a Susana estava a adorar ser tão provocadora. Permaneceu alguns segundo vergada, com o rabo bem exposto para a rua.


Fui em direcção a ela, agarrei-a com força, e sentei-a em cima da máquina de lavar roupa, e penetrei-a com toda a excitação que aquela cena me tinha provocado. Ela não disse uma única palavra, nem fez nenhum movimento de objecção. Era efectivamente o que ela queria. Foi engraçado sentir a vibração do funcionamento da máquina, enquanto entrava dentro dela com prazer e com desejo. Foi a vibração total…


Coloquei-a de seguida, debruçada novamente sobre a máquina, e desfrutei da fantástica imagem da sua anca, bem virada para mim, a pedir que entrasse dentro dela, por detrás. Era a nossa posição preferida, pois proporcionava movimentos externamente profundos e intensos, sempre a um ritmo forte, e acompanhados com umas fortes palmadas nas nádegas, que ela sempre implorava que eu lhe desse. Eu adorava estar por completo dentro dela, e naquela posição era muito fácil.


Ao ritmo do prazer, olhamos para a janela e lá estava o homem, a rir-se e a delirar com todo o espectáculo, enquanto a chuva batia no vidro da nossa janela. Eu e a Susana continuamos a nossa exibição, sentindo uma estranha sensação de prazer pelo facto de estarmos a ser observados.


No momento antes da grande sensação de prazer, sai de dentro dela, e direccionei-o para as suas costas, pelo facto de ela adorar sentir-me na sua pele, de eu me sentir um homem dominador, e de ser fácil provar ao nosso vizinho que o prazer tinha sido delicioso… No final, a Susana fez questão de sujar a mão com o que eu lhe ofereci, para dizer adeus ao nosso vizinho… com a sua mão bem viscosa…


Foto: Creasource (Corbis.com)

Saturday, October 16, 2010

Loucuras de Laura

A Laura era uma mulher fantástica, que viveu uma vida de sonho, com o marido, que era um grande empresário, no ramo da hotelaria, no Algarve. Eu conheci a Laura, no 7º ano, e fomos colegas de escola até à faculdade, onde concluímos o mesmo curso. 


Pelo facto de termos crescido praticamente juntos, eu e ela éramos confidentes, éramos uns amigos fantásticos. No entanto, a vida de Laura desmoronou-se, quando o marido a trocou por uma mulher, que era bailarina no Casino do Estoril. Laura mergulhou numa profunda depressão, ficando dias seguindo deitada, sozinha, e sob forte medicação, para evitar uma atitude mais drástica.


Eu, lentamente, consegui regressar à vida dela, numa tentativa de ajudar a minha grande amiga, a sentir o verdadeiro gosto por viver. Demorou algum tempo, mas calmamente começou a melhorar. Eu para a poder acompanhar, mesmo à distância, ofereci-lhe o meu antigo portátil, com acesso à internet, e deste modo, tanto em casa, como no trabalho, conseguia sentir o seu estado de espírito.


Timidamente, Laura começou a navegar pela internet, e a fazer novas amizades. Ela começava a parecer outra mulher. Através das conversas que mantinha com outros homens em Chat’s e no MSN, voltou a sentir-se uma mulher desejada. Começou a ficar viciada na sedução pela internet. Esta sedução acabou por avançar para exibições pela webcam e sexo virtual, sempre em troca de dinheiro, ou carregamentos no telemóvel. Laura estava eufórica pela maneira fácil com que estava a conseguir arranjar dinheiro, sem sequer sair de casa. Eu, pelo contrário, estava muito arrependido de lhe ter oferecido o meu antigo portátil, no entanto, sabia que aquilo tinha sido o modo, de a tirar daquela profunda depressão.



O mais grave foi quando a Laura contou-me, que tinha marcado um encontro, com um dos seus amigos virtuais. O encontro foi na sua própria casa, e com algum receio do que lhe poderia acontecer, pediu-me que eu estivesse por perto, para a poder proteger, em caso de perigo. Eu fiquei fechado, dentro do roupeiro do quarto, mas de um modo que conseguia ver tudo, por uma pequena fresta da porta. Ele era um homem mais velho, com aliança de casado, e sem grande troca de palavras, acabou por ficar totalmente sem roupa. 


Penetrou-a bem forte e bem fundo, sempre sem qualquer objecção daquela mulher. Sempre por detrás, e devidamente protegido, aquele homem acabou por atingir o prazer de forma rápida e egoísta, sem se preocupar com o prazer da sua companheira. Voltou a vestir-se, deixou uma nota de 50 euros na mesa-de-cabeceira, e despediu-se de Laura. Eu não queria acreditar no tinha acabado de assistir. A Laura tinha acabado de se transformar numa profissional? Como era possível?


Confesso que estava excitado por ter visto pela primeira vez o corpo de Laura, totalmente sem roupa, mas estava indignado pelo seu comportamento. E quando já me tinha despedido dela, estando mesmo pronto a ir-me embora, a campainha tocou. Era outro homem para se encontrar com ela. Como era possível, voltei a esconder-me no roupeiro, e a assistir a mais uma cena, praticamente igual, ao que tinha assistido a uns minutos atrás, com mais um homem a usar o delicioso corpo da minha melhor amiga, apenas para obter prazer. E mais uma vez, fiquei excitado com a imagem que tinha mesmo à minha frente, e com o cheiro que conseguia sentir. Eu nunca tinha imaginado aquele comportamento devasso, por parte da Laura.


Aquele homem usou e abusou do corpo de Laura, e de uma forma rápida, acabou por depositar todo seu prazer dentro de um preservativo, tal como o anterior. Deixou a mesma quantia em dinheiro e retirou-se. Eu voltei a sair do roupeiro, com um ar indignado, mas sem conseguir disfarçar a minha excitação, e a Laura apercebendo-se da situação, olhou para mim e perguntou: "Também queres aproveitar? Também gostava de te sentir dentro de mim, e tu não precisas de pagar…” Fiquei durante alguns minutos sem responder, a olhar para o chão e a pensar em tudo o que tinha acontecido. Eu sentia-me culpado, mas ela estava feliz, radiante e eufórica com tudo o que estava a viver. A Laura tornou-se numa temível e perigosa devassa.


Foto: Beathan (Corbis.com)