Saturday, December 25, 2010

Aroma de Natal

Na perfumaria que existe na minha rua, trabalha a Rute, a filha de uma grande amiga da minha mãe, e nós tínhamos sido colegas na escola primária. Com essa idade passávamos bastante tempo juntos a brincar, mas nos dias de hoje, simplesmente trocamos olhares tímidos e com um certo desejo escondido. 


A loja fechava todos os dias às 19h, no entanto, naquele dia, por ser véspera de Natal, a loja estava a fechar uma hora mais cedo. A Rute ao ver-me passar, fez-me um sinal e pediu-me para entrar. “Era só para te desejar um Feliz Natal”. Ela parecia ter dito umas palavras enfeitiçadas. Eu agradecia, e retribui a simpatia… Aquelas palavras pareciam que tinha um significado secreto, e como fiquei com vontade de ficar ali mais um pouco com ela, comecei a ver os preços dos perfumes.


Ela sorriu e disse-me: “Vou só fechar a porta para não entrar mais ninguém, porque hoje fechamos mais cedo, mas posso ajudar?” … Sim, ela podia ajudar-me e muito, a resolver o secreto mistério de atracção que eu sentia pelo seu corpo… Em silêncio dei um passo para junto dela, e senti que ela ficou incomodada… mas pela positiva… tocar nos lábios dela seria a melhor prenda de Natal que poderia receber naquele dia…


Não sei o que se passou, mas eu diria que a Rute leu o meu pensamento, e os nossos lábios acabaram por se tocar… provavelmente tínhamos acabado de realizar um desejo com mais de vinte anos, que nenhum dos dois tinha coragem de enfrentar… mas os lábios suaves dela, misturados com os cheiros adocicados da loja deixou-me louco, com um sentimento que eu não sentia há muito tempo, de tal forma que as minhas calças não conseguiam disfarçar o volume que se criou. Ela apercebendo-se disso ousou… e colocou no seu pescoço a sua essência favorita, pedindo para o sentir…


Senti, e muito, de tal forma que a minha língua saboreou aquele pescoço, e as minhas mãos tocaram aquele peito, deixando-o bem eriçado e sensível ao toque dos meus dedos. Adorei percorrer com a minha língua naquele peito endurecido. 


Logo de seguida, ela perfumou todo o meu corpo com um creme perfumado para homem que a deixava doida, e saboreou-me por completo, de todas as maneiras que possas imaginar, com a sua língua quente e sedosa, e estupidamente atrevida.

 


A excitação foi inesperada mas era total, e a chave mestra para eu entrar dentro do seu corpo, foi quando accionei o spray daquele frasco de creme masculino, numa zona do seu corpo que já se encontrava húmida por natureza. Não sei o que aquilo provocou no seu corpo, mas senti o seu total descontrolo.


O corpo dela vibrou com a mistura de sabores, com a força do spray, e com os movimentos perfeitos da minha língua, que tocava por dentro e por fora, nos sítios certos, e que fazia o balcão da loja pequeno para ela se movimentar de prazer. Os minutos passavam, e as horas chegavam, quando ela se apoiando na perfeição naquela mesa de vidro, e agarrada à caixa registadora, empinou-se na perfeição para eu entrar por detrás, e por completo dentro do seu corpo. Aquele desejo foi uma ordem.


As ruas estavam desertas e apenas brilhava a iluminação de Natal, mas o corpo da Rute estava completo com tudo o que ela queria receber, e tudo o que eu lhe queria dar… que mulher fervorosa, quente, deliciosa….. Ela começou-me a pedir mais força, mais intensidade e mais loucura. 


Eu correspondi de forma intensa, e mais uma vez ela surpreendeu-me, quando pegando mais uma vez naquele spray de creme masculino, exerceu a força daquele spray, na zona onde tudo estava a acontecer, deixando tudo mais fresco, mais lubrificado e mais intenso. Ela adorou sentir aquela pressão em toda a sua excitação, tal como para mim foi o impulso final, que deu origem ao orgasmo mais perfumado das nossas vidas.


Incrivelmente, naquela véspera de Natal, conseguimos gastar o frasco por completo nos nossos corpos, mas aquele cheiro nunca mais abandonou aquela loja, até os dias de hoje, e é algo que todos perguntam como é possível aquele cheiro se destacar dos outros… Difícil de explicar, não é?


Foto: Vincent Besnault (Corbis.com)

Aroma de Natal

Na perfumaria que existe na minha rua, trabalha a Rute, a filha de uma grande amiga da minha mãe, e nós tínhamos sido colegas na escola primária. Com essa idade passávamos bastante tempo juntos a brincar, mas nos dias de hoje, simplesmente trocamos olhares tímidos e com um certo desejo escondido. 


A loja fechava todos os dias às 19h, no entanto, naquele dia, por ser véspera de Natal, a loja estava a fechar uma hora mais cedo. A Rute ao ver-me passar, fez-me um sinal e pediu-me para entrar. “Era só para te desejar um Feliz Natal”. Ela parecia ter dito umas palavras enfeitiçadas. Eu agradecia, e retribui a simpatia… Aquelas palavras pareciam que tinha um significado secreto, e como fiquei com vontade de ficar ali mais um pouco com ela, comecei a ver os preços dos perfumes.


Ela sorriu e disse-me: “Vou só fechar a porta para não entrar mais ninguém, porque hoje fechamos mais cedo, mas posso ajudar?” … Sim, ela podia ajudar-me e muito, a resolver o secreto mistério de atracção que eu sentia pelo seu corpo… Em silêncio dei um passo para junto dela, e senti que ela ficou incomodada… mas pela positiva… tocar nos lábios dela seria a melhor prenda de Natal que poderia receber naquele dia…


Não sei o que se passou, mas eu diria que a Rute leu o meu pensamento, e os nossos lábios acabaram por se tocar… provavelmente tínhamos acabado de realizar um desejo com mais de vinte anos, que nenhum dos dois tinha coragem de enfrentar… mas os lábios suaves dela, misturados com os cheiros adocicados da loja deixou-me louco, com um sentimento que eu não sentia há muito tempo, de tal forma que as minhas calças não conseguiam disfarçar o volume que se criou. Ela apercebendo-se disso ousou… e colocou no seu pescoço a sua essência favorita, pedindo para o sentir…


Senti, e muito, de tal forma que a minha língua saboreou aquele pescoço, e as minhas mãos tocaram aquele peito, deixando-o bem eriçado e sensível ao toque dos meus dedos. Adorei percorrer com a minha língua naquele peito endurecido. 


Logo de seguida, ela perfumou todo o meu corpo com um creme perfumado para homem que a deixava doida, e saboreou-me por completo, de todas as maneiras que possas imaginar, com a sua língua quente e sedosa, e estupidamente atrevida.

 


A excitação foi inesperada mas era total, e a chave mestra para eu entrar dentro do seu corpo, foi quando accionei o spray daquele frasco de creme masculino, numa zona do seu corpo que já se encontrava húmida por natureza. Não sei o que aquilo provocou no seu corpo, mas senti o seu total descontrolo.


O corpo dela vibrou com a mistura de sabores, com a força do spray, e com os movimentos perfeitos da minha língua, que tocava por dentro e por fora, nos sítios certos, e que fazia o balcão da loja pequeno para ela se movimentar de prazer. Os minutos passavam, e as horas chegavam, quando ela se apoiando na perfeição naquela mesa de vidro, e agarrada à caixa registadora, empinou-se na perfeição para eu entrar por detrás, e por completo dentro do seu corpo. Aquele desejo foi uma ordem.


As ruas estavam desertas e apenas brilhava a iluminação de Natal, mas o corpo da Rute estava completo com tudo o que ela queria receber, e tudo o que eu lhe queria dar… que mulher fervorosa, quente, deliciosa….. Ela começou-me a pedir mais força, mais intensidade e mais loucura. 


Eu correspondi de forma intensa, e mais uma vez ela surpreendeu-me, quando pegando mais uma vez naquele spray de creme masculino, exerceu a força daquele spray, na zona onde tudo estava a acontecer, deixando tudo mais fresco, mais lubrificado e mais intenso. Ela adorou sentir aquela pressão em toda a sua excitação, tal como para mim foi o impulso final, que deu origem ao orgasmo mais perfumado das nossas vidas.


Incrivelmente, naquela véspera de Natal, conseguimos gastar o frasco por completo nos nossos corpos, mas aquele cheiro nunca mais abandonou aquela loja, até os dias de hoje, e é algo que todos perguntam como é possível aquele cheiro se destacar dos outros… Difícil de explicar, não é?


Foto: Vincent Besnault (Corbis.com)

Garuda Pancasila Rancangan Sultan Hamid II

Sintang-KOTA, (kalimantan-news) Sumber: www.kalimantan-news.com/berita.php?idb=2003

Satu fakta sejarah baru terungkap kembali. Yaitu tentang lambang negara burung garuda. Selama ini burung garuda (Pancasila) dinyatakan sebagai lambang negara dan merupakan kreatifitas sejumlah tokoh nasional. Sebut saja Soekarno, mantan presiden pertama republik ini. kemudian ada versi kedua, bahwa burung garuda merupakan hasil kreasi dari Sultan Hamid II. Hal inilah yang kini tengah diperjuangkan Kalbar ditingkat Nasional. Namun fakta baru muncul dari kerajaan Sintang. Kerajaan yang pernah disebut-sebut sebagai kerajaan terbesar ke dua di region Kalimantan ini setelah kerajaan Kutai. Raja Sintang H.R.M.Ichsani Ismail Tsyafioeddin dalam sebuah ritual adat kerajaan melayu pada pernikahan salah satu keponakannya mengatakan bahwa sultan hamid II yang disebut-sebut sebagai pencetus ide lambang negara ini telah meminjam lambang kerajaan Sintang. Tepatnya di tahun 1948 dan dibawa ke pontianak. Sultan Hamid II sendiri merupakan putra pertama raja kerajaan Pontianak sultan Syarif Muhammad Alkadrie. Untuk hal ini sultan Sintang dan tokoh sepuh yang masih kerabat keraton Gusti Djamadin mengaku masih menyimpan dokumen peminjaman lambang kerajaan Sintang oleh Sultan Hamid II tersebut. Lambang kerajaan Sintang sendiri yang kini masih tersimpan di istana Al Muqqaromah Sintang ada berupa patung burung yang memang sama dengan lambang negara kita saat ini. Patung burung itu sendiri menurut Gusti Djamadin dibuat oleh seorang putra Dayak yaitu Sutha Manggala di masa kerajaan Sultan Abdurrahman. Patung tersebut disyahkan sebagai lambang kerajaan Sintang tahun 1887. Gambar patung burung yang kemudian dijadikan sebagai lambang kerajaan Sintang ini menurut penuturan Gusti Djamadin diambil dari salah satu bagian gantungan gong dari bagian seperangkat gamelan yang dijadikan barang hantaran lamaran Patih Lugender kepada putri kerajaan Sintang Dara Juanti. Pada bagian gantungan gong terdapat ukiran menyerupai burung garuda. Memiliki dua kepala yang berlawanan pandang. Satu kepala asli burung namun satu lagi menyerupai kepala manusia. Sedangkan pada lambang kerajaan Sintang kepala patung diukir menyerupai kepala manusia.
Jika benar cerita ini, dan kerajaan Sintang memang masih memiliki bukti-bukti sejarah, maka siapa yang pertama kali mencetuskan lambang dari negara ini akan menemui babak baru. Pasalnya selama 60 tahun kerajaan Sintang mengalami masa vacuum. (phs). Foto selipan, Sultan Hamid ke II dimasa tuanya dengan sketsa burung garuda yang kemudian menjadi lambang negara Republik Indonesia Serikat.


Sunday, December 19, 2010

Kisah yang Hampir Tidak Diingat

Kompas Cetak Minggu, 19 Desember 2010

Wajah Ismael Hassan (84) berseri-seri. Pada Sabtu (18/12), di Kompleks Yayasan Asrama dan Pendidikan Islam Al-Azhar, Rawamangun, Jakarta Timur, ia sibuk menerima ucapan selamat dari koleganya dan orang-orang lain yang menghadiri peringatan 62 tahun Pemerintah Darurat Republik Indonesia. Memakai setelan jas berwarna gelap, ia juga kelihatan tangkas melayani permintaan sejumlah orang yang mengajaknya berfoto bersama. Ismael adalah orang yang paham bagaimana para tokoh Pemerintah Darurat Republik Indonesia (PDRI) berjuang di hutan-hutan belantara di Sumatera Barat. Bersama tokoh PDRI, ia ikut berpindah-pindah tempat hunian guna menghindari kejaran Belanda.

Ismael juga mengetahui persis alotnya perundingan Ketua PDRI Sjafruddin Prawiranegara dengan delegasi utusan Soekarno-Hatta pada fase akhir PDRI. Perundingan itu bertujuan melunakkan hati Sjafruddin agar mau datang ke Yogyakarta, mengembalikan mandat pemerintahan kepada Soekarno-Hatta. Dalam perundingan di Kabupaten Lima Puluh Kota, Sumatera Barat, itu, Ismael bertindak sebagai notulis. Di sela-sela makan siang seusai acara peringatan, Ismael mengatakan, PDRI merupakan salah satu mata rantai eksistensi Republik Indonesia. Berkat PDRI, pemerintahan Republik Indonesia memiliki kesinambungan. PDRI dibentuk atas perintah Presiden Soekarno-Wakil Presiden Mohammad Hatta pada 19 Desember 1948. Serbuan Belanda ke Ibu Kota Yogyakarta membuat kedudukan Dwitunggal itu berada di ujung tanduk. Untuk menjaga kesinambungan pemerintahan, dibentuklah PDRI yang berkedudukan di Bukittinggi, Sumatera Barat. Tidak lama setelah memberikan mandat kepada Sjafruddin sebagai Ketua PDRI, Soekarno-Hatta ditangkap pasukan Belanda. Selain Sjafruddin, yang menjabat sebagai Menteri Kemakmuran dalam pemerintahan Soekarno-Hatta, ada delapan orang lain duduk dalam PDRI. Mereka antara lain Jenderal Sudirman sebagai Panglima Angkatan Perang PDRI dan Mr AA Maramis yang menjabat Menteri Luar Negeri PDRI yang berkedudukan di New Delhi, India. PDRI berakhir pada 13 Juli 1949. Selama tujuh bulan melaksanakan mandat, tokoh PDRI di Tanah Air berpindah-pindah tempat hunian guna menghindari kejaran pasukan Belanda. Seminggu sebelum penyerahan kembali mandat, delegasi utusan Soekarno-Hatta yang antara lain terdiri dari Moh Natsir dan J Leimena berunding alot dengan Sjafruddin. ”Waktu itu, Sjafruddin mempertanyakan mengapa PDRI tidak diajak dalam perundingan Roem-Royen (Mei 1949),” ujar Ismael. Hal lain yang dipertanyakan oleh Sjafruddin adalah isi perjanjian Roem-Royen yang melemahkan republik. ”Keberatan utama Sjafruddin sebenarnya terletak pada perjanjian Roem-Royen itu,” ujar Ismael. Namun, Sjafruddin akhirnya bersedia mengembalikan mandat pemerintahan kepada Soekarno-Hatta pada 13 Juli 1949. Sjafruddin dan tokoh PDRI lainnya mendarat di lapangan terbang Maguwo, Yogyakarta, pada 10 Juli 1949.

Kurang dikenal

Fragmen PDRI dalam bentang sejarah perjuangan Indonesia mungkin kurang begitu dikenal. ”Hampir tidak diingat lagi. Peran mereka tidak mendapat sorotan,” kata sejarawan Hilmar Farid dalam kesempatan terpisah. Baru pada tahun 2006, tanggal terbentuknya PDRI, yakni 19 Desember, dinyatakan oleh Pemerintah RI sebagai Hari Bela Negara. Ini merupakan pengakuan luas pemerintah akan peran PDRI setelah ditunggu- tunggu selama berpuluh-puluh tahun oleh mereka yang pernah aktif dalam PDRI. Mantan Wakil ketua MPR AM Fatwa yang hadir dalam acara peringatan 62 Tahun PDRI itu menegaskan, apa yang dilakukan para tokoh PDRI patut dicontoh oleh generasi politisi ataupun pejabat sekarang. ”Tokoh PDRI berjuang dengan tulus tanpa mengharapkan apa-apa demi negara,” jelasnya.

Bagaimanapun, menurut Hilmar, Sjafruddin akhirnya terlempar dari pusaran kekuasaan di pusat. Lantas, mantan Menteri Keuangan dan Wakil Perdana Menteri ini memiliki sikap yang berseberangan terhadap pemerintah pusat dengan bergabung bersama Pemerintahan Revolusioner Republik Indonesia (PRRI) pada tahun 1958. Kekuatan PRRI lantas dipukul pemerintah pusat dengan kekuatan militer. Pemerintah pusat melihat PRRI sebagai pemberontakan, tetapi beberapa pendapat menyebut PRRI sebenarnya merupakan ekspresi ketidakpuasan daerah pada pusat.

Peringatan sederhana

Terlepas dari peranan Sjafruddin dalam PRRI yang dianggap sebagai bentuk pembangkangan, PDRI perlu mendapat sorotan lebih layak dalam panggung sejarah Indonesia. Pada periode PDRI ada sejumlah orang yang dengan gigih, tanpa mengharapkan pamrih apa pun, berlarian di hutan, bukan sekadar untuk menyelamatkan diri sendiri, melainkan untuk memastikan bahwa pemerintahan RI tetap eksis di tengah tekanan Belanda. Peringatan 62 tahun PDRI sendiri berlangsung bersahaja di Kompleks Yayasan Asrama dan Pendidikan Islam (YAPI) Al-Azhar, Rawamangun, Jaktim. Setiap tahun, peringatan PDRI memang selalu dilakukan di sana, dengan diprakarsai oleh Ismael, ketua sekaligus salah satu pendiri YAPI. Tidak ada pejabat negara atau politisi beken yang hadir. Namun, mereka semua dengan tulus mengenang orang- orang yang pernah memberi warna cukup penting dalam sejarah Indonesia itu. (A TOMY TRINUGROHO)

Komentar:

Tulisan untuk memperingati peristiwa jatuhnya kota Yogya 19 Desember 1948, hendaknya juga untuk mengangkat sejarah Perintah Kilat Jenderal Soedirman. Itulah peristiwa apa yang kita kenal sebagai "Perang Rakyat Semesta". PDRI baru berdiri tanggal 22 Desember 1948. Sesungguhnya semua ini berada dalam koridor Sejarah Nasional dalam satu kesatuan yang tidak terpisahkan. Yaitu 1. Yogya diserang, Pak Dirman memiimpin gerilya yang berlaku untuk seluruh tanah air. 2. Surat mandat dikirim Hatta, satu untuk Sjafroedin di Bukit Tinggi dan satu lagi untuk Maramis di New Delhi. 3. Presiden, wakil Presiden/Perdana Menteri dan sejumlah Menteri ditawan di Sumatera. Meskipun sebagai tawanan, nyatanya Belanda, BFO, KTN, Sri Sultan HB IX datang ke Bangka untuk bertemu dengan para pemimpin bangsa ini. 4. Palar selaku wakil PDRI di PBB melakukan perjuangan diplomasi didunia internasional. Dan jangan lupa peranan para pemimpin Aceh dibawah Panglima Daud Bereh yang berjuang demi tegak berdirinya PDRI. Aceh tidak pernah tersentuh oleh tangan musuh. Kalau mau saat itu Aceh bisa merdeka atau melepaskan diri....tapi itu tidak dilakukan demi NKRI.....Bukan Main. Referensi "Modal Perjuangan Kemerdekaan" (Perjuangan Kemerdekaan di Aceh 1947-1948) diterbitkan oleh Lembaga Sejarah Aceh 1990, penulis TA Talsya

Wednesday, December 15, 2010

Boneco Azul

Naquela tarde, eu tinha a casa livre para mim e para a Matilde, pois os meus pais tinha uma consulta no medico ao final do dia. Fantástico. 
Quando lhe dei a noticia ela também ficou super contente, até porque tínhamos muito poucas oportunidades para estar os dois sozinhos, e porque ela não conhecia o meu quarto. Ela era super curiosa.  
Quando lá chegamos, ela correu para o quarto, e a reacção que ela teve foi a mais estranha que eu podia imaginar: começou a chorar. Fiquei espanto e perguntei-lhe: “que foi? Que se passa?



Aquela reacção foi simplesmente de emoção, de nostalgia, pois no meu quarto ainda estavam muitas marcas do tempo em que a minha irmã era solteira, e no canto junto ao roupeiro estava um pequeno peluche azul. A Matilde agarrou-se aquele boneco emocionada.



Eu perguntei porque é que ela estava assim, pois tratava-se de um simples boneco azul, sem grande significado, e ela, com um sorriso nos lábios e agarrada ao ursinho começou a contar as razões de tanta alegria: “Eu cresci com um peluche igualzinho a este em cima da minha cama. Tinha sido oferecido no Natal pela minha tia. Era o meu confidente, sabia dos meus problemas e dos meus desejos. Passei momentos únicos, que nunca mais vou esquecer, agarrado a um boneco igual a este."
"As minhas amigas contavam-me histórias e momentos que viviam com os namorados. Momentos de paixão, de amor ou de tesão. Sentimentos e momentos que eu nunca tinha vivido, apenas imaginado. Eu era tímida com os rapazes e sentia vergonha do meu corpo. Apenas aquele boneco me conhecia nua.


Depois de ouvir algumas histórias de colegas minhas, sobre a possibilidade de uma rapariga poder atingir prazer sozinha, sem ser necessário estar com um rapaz, foi aquele boneco que me ofereceu o meu primeiro orgasmo. Coloquei-o no meio das minhas pernas, e com os olhos fechados, imaginei que aquele boneco tinha vida. Com a minha mão, aquele boneco ganhou mesmo vida, e eu ganhei sensações que nunca tinha sentido. Arrepios, espasmos, tremuras de prazer.






Dia após dia, aquele boneco dava-me prazer, cada vez mais intenso e mais perfeito. Era simplesmente fantástico. A minha imaginação estava cada vez mais pecaminosa, ao ponto de me imaginar com todos os bonecos do meu quarto, tocando com todos eles no meu corpo e sentindo todo o prazer que aquela orgia imaginaria me oferecia…



Até que certo dia, quando regressei de férias fiquei em choque… entrei no meu quarto e a minha mãe disse-me: “Olha, como já tas crescida, ofereci todos os teus peluches a uma instituição de caridade…” bahhhhh, eu não acreditei…



Hoje reencontrar um boneco exactamente igual relembrou-me toda a minha adolescência…” Bem, o que é certo é que ela enquanto me contava esta história, já estava deitada na minha cama, com aquele boneco bem preso nas suas pernas, regressando um pouco ao seu passado.



Eu fiquei sem palavras com toda a história que a Matilde tinha acabado de me contar, mas o que é certo é que fiquei excitado com o que ouvi e com o que estava a ver. Ela estava a ficar descontrolada, relembrando os movimentos da sua adolescência. Ajudei-a a tirar as suas calças, e fiquei a observar os movimentos daquele boneco em contacto com o seu corpo.



Eu não resisti aqueles movimentos, e acabei por ser obrigado a tocar com a minha língua naquele corpo e logo de seguida preenche-lo de forma voraz. Inesperadamente, aquele final de tarde foi vivido a três, pois aquele pequeno peluche azul nunca saiu do meio dos nossos corpos, e também participou no nosso intenso momento de prazer.


Foto: Harry Vorsteher (Corbis.com)

Boneco Azul

Naquela tarde, eu tinha a casa livre para mim e para a Matilde, pois os meus pais tinha uma consulta no medico ao final do dia. Fantástico. 
Quando lhe dei a noticia ela também ficou super contente, até porque tínhamos muito poucas oportunidades para estar os dois sozinhos, e porque ela não conhecia o meu quarto. Ela era super curiosa.  
Quando lá chegamos, ela correu para o quarto, e a reacção que ela teve foi a mais estranha que eu podia imaginar: começou a chorar. Fiquei espanto e perguntei-lhe: “que foi? Que se passa?



Aquela reacção foi simplesmente de emoção, de nostalgia, pois no meu quarto ainda estavam muitas marcas do tempo em que a minha irmã era solteira, e no canto junto ao roupeiro estava um pequeno peluche azul. A Matilde agarrou-se aquele boneco emocionada.



Eu perguntei porque é que ela estava assim, pois tratava-se de um simples boneco azul, sem grande significado, e ela, com um sorriso nos lábios e agarrada ao ursinho começou a contar as razões de tanta alegria: “Eu cresci com um peluche igualzinho a este em cima da minha cama. Tinha sido oferecido no Natal pela minha tia. Era o meu confidente, sabia dos meus problemas e dos meus desejos. Passei momentos únicos, que nunca mais vou esquecer, agarrado a um boneco igual a este."
"As minhas amigas contavam-me histórias e momentos que viviam com os namorados. Momentos de paixão, de amor ou de tesão. Sentimentos e momentos que eu nunca tinha vivido, apenas imaginado. Eu era tímida com os rapazes e sentia vergonha do meu corpo. Apenas aquele boneco me conhecia nua.


Depois de ouvir algumas histórias de colegas minhas, sobre a possibilidade de uma rapariga poder atingir prazer sozinha, sem ser necessário estar com um rapaz, foi aquele boneco que me ofereceu o meu primeiro orgasmo. Coloquei-o no meio das minhas pernas, e com os olhos fechados, imaginei que aquele boneco tinha vida. Com a minha mão, aquele boneco ganhou mesmo vida, e eu ganhei sensações que nunca tinha sentido. Arrepios, espasmos, tremuras de prazer.






Dia após dia, aquele boneco dava-me prazer, cada vez mais intenso e mais perfeito. Era simplesmente fantástico. A minha imaginação estava cada vez mais pecaminosa, ao ponto de me imaginar com todos os bonecos do meu quarto, tocando com todos eles no meu corpo e sentindo todo o prazer que aquela orgia imaginaria me oferecia…



Até que certo dia, quando regressei de férias fiquei em choque… entrei no meu quarto e a minha mãe disse-me: “Olha, como já tas crescida, ofereci todos os teus peluches a uma instituição de caridade…” bahhhhh, eu não acreditei…



Hoje reencontrar um boneco exactamente igual relembrou-me toda a minha adolescência…” Bem, o que é certo é que ela enquanto me contava esta história, já estava deitada na minha cama, com aquele boneco bem preso nas suas pernas, regressando um pouco ao seu passado.



Eu fiquei sem palavras com toda a história que a Matilde tinha acabado de me contar, mas o que é certo é que fiquei excitado com o que ouvi e com o que estava a ver. Ela estava a ficar descontrolada, relembrando os movimentos da sua adolescência. Ajudei-a a tirar as suas calças, e fiquei a observar os movimentos daquele boneco em contacto com o seu corpo.



Eu não resisti aqueles movimentos, e acabei por ser obrigado a tocar com a minha língua naquele corpo e logo de seguida preenche-lo de forma voraz. Inesperadamente, aquele final de tarde foi vivido a três, pois aquele pequeno peluche azul nunca saiu do meio dos nossos corpos, e também participou no nosso intenso momento de prazer.


Foto: Harry Vorsteher (Corbis.com)

Dokter Wajib Ikuti Praktik Lapangan


Melihat tulisan KOMPAS Cetak tanggal 16 Desember 2010 tentang "Dokter wajib ikuti praktek lapangan", dimana dikatakan dokter yang baru lulus akan ikut Program Internship yaitu bekerja di Rumah sakit dan Puskesmas selama 1 tahun serta bekerja dibawah pengawasan. Saya jadi ingat pendidikan dokter Pribumi periode STOVIA. Rasanya saat itu tidak ada masalah dalam pendidikan dan penempatan dokter. Apa sekarang dokternya terlalu banyak atau karena mereka tidak mau ditempatkan menurut aturan.