Sunday, January 9, 2011

Mundo de Coincidências



Foi uma ideia fantástica ir comemorar o meu aniversário na Riviera Maya. No entanto, escolhemos provavelmente os piores dias para a viagem, pois no dia da chegada, devido à pandemia de uma doença que estava a ter origem no México, tivemos de passar por uma junta médica. Felizmente, comigo estava tudo bem, mas a Filipa foi aconselhada a passar pelo menos um dia de quarentena no quarto, para analisar alguns sintomas.


Fiquei sozinho, e fui até à praia de Tulum, onde as águas em tons de azul-turquesa do mar das Caraíbas, criavam um ambiente fabuloso. Com o clima de medo que se tinha criado nos turistas e na população, a praia estava praticamente deserta. 


Perto de mim estava uma jovem loirinha, também sozinha, que acabou por correr na minha direcção, com medo de uma iguana que se aproximou dela. Quando a ouvi falar, percebi logo que também era portuguesa, que coincidência.


Sotaque nortenho, loirinha, meiga, simpática. Ficamos horas a conversar. Tínhamos muitas coisas em comum, mesmos gostos, os mesmos hobbies. Gostávamos das mesmas músicas, dos mesmos livros, dos mesmos filmes. 



Tantas coincidências… mas o mais engraçado foi quando lhe informei, que aquela viagem era uma prenda de aniversário, e que eu fazia anos exactamente naquele dia… Ela perdeu o controlo e começou a rir de uma forma irracional, que eu não conseguia perceber… o motivo? Era também o aniversário dela.


Eu de uma forma involuntária, senti a curiosidade de beijar uma mulher que fazia anos no mesmo dia que eu, e dei-lhe um beijo na boca… que ela recebeu com agrado, respondendo-me, fazendo a sua língua tocar na minha. Foi um beijo demorado, que foi apimentado com as nossas mãos a percorrer os nossos corpos. A curiosidade era mútua e entramos num filme sem saída… Uma praia deserta era um cenário perfeito.


Tendo a areia mexicana como colchão, e as iguanas como única testemunha, acabei por entrar dentro de uma mulher que fazia anos no mesmo dia que eu, e incrivelmente, eu parecia ter encontrado um encaixe perfeito, uma sintonia única, algo que eu nunca tinha sentido. Ela estava deliciada com a forma que eu percorria o seu interior. Seria pela data de nascimento? Ou pela envolvência do mar das Caraíbas? Ou ela seria a verdadeira “tampa da minha panela”?


O que é certo, é que aquele momento se tornou em algo tão saboroso e especial, que tudo foi feito com calma, estupidamente devagar. Olhos nos olhos, lábios nos lábios, e aquele delicioso movimento de penetração, em que eu saboreava cada saliência, cada relevo e cada recanto do seu interior, sempre na temperatura ideal, e de uma forma que nos fazia esquecer por completo, o símbolo que tínhamos no dedo da mão esquerda. 


O remate perfeito daquele momento, era o seu sussurrar, com um delicioso sotaque do norte, com pedidos ordinários de prazer, que me deixavam perfeitamente louco. Chamava-se Maria, exactamente o nome da minha primeira namorada. Apenas mais uma coincidência.


Acho que foi o momento de prazer mais paradisíaco da minha vida, uma excelente prenda de aniversário. Ela conseguia explodir de uma forma sequencial e intensa, saboreando tudo ao pormenor. Foi um momento único. Saborear uma pessoa que faz anos no mesmo dia que tu, será sempre assim tão especial?


A caminho do hotel, combinamos entre os dois, que o que tínhamos acabado de viver, era um segredo nosso, e que não podia repetir-se. Tínhamos de respeitar os nossos companheiros. Quando chegamos, o período de quarentena tinha terminado, e encontramos a Filipa e o Carlos a conversar no bar da piscina, de uma forma muito próxima e íntima. 


Ficamos surpreendidos com aquela cumplicidade, mas eles justificaram-se, pelo facto de terem sido colegas, e de já terem sido namorados… Terá sido apenas mais uma coincidência??? 


Neste mundo de coincidência, foi incrivelmente saboroso conhecer o interior de uma mulher que faz anos no mesmo dia do que eu. Inesquecível e perfeito... Tu não gostavas de sentir a mesma sensação?


Foto: Stanislas Merlin (Corbis.com)

Mundo de Coincidências



Foi uma ideia fantástica ir comemorar o meu aniversário na Riviera Maya. No entanto, escolhemos provavelmente os piores dias para a viagem, pois no dia da chegada, devido à pandemia de uma doença que estava a ter origem no México, tivemos de passar por uma junta médica. Felizmente, comigo estava tudo bem, mas a Filipa foi aconselhada a passar pelo menos um dia de quarentena no quarto, para analisar alguns sintomas.


Fiquei sozinho, e fui até à praia de Tulum, onde as águas em tons de azul-turquesa do mar das Caraíbas, criavam um ambiente fabuloso. Com o clima de medo que se tinha criado nos turistas e na população, a praia estava praticamente deserta. 


Perto de mim estava uma jovem loirinha, também sozinha, que acabou por correr na minha direcção, com medo de uma iguana que se aproximou dela. Quando a ouvi falar, percebi logo que também era portuguesa, que coincidência.


Sotaque nortenho, loirinha, meiga, simpática. Ficamos horas a conversar. Tínhamos muitas coisas em comum, mesmos gostos, os mesmos hobbies. Gostávamos das mesmas músicas, dos mesmos livros, dos mesmos filmes. 



Tantas coincidências… mas o mais engraçado foi quando lhe informei, que aquela viagem era uma prenda de aniversário, e que eu fazia anos exactamente naquele dia… Ela perdeu o controlo e começou a rir de uma forma irracional, que eu não conseguia perceber… o motivo? Era também o aniversário dela.


Eu de uma forma involuntária, senti a curiosidade de beijar uma mulher que fazia anos no mesmo dia que eu, e dei-lhe um beijo na boca… que ela recebeu com agrado, respondendo-me, fazendo a sua língua tocar na minha. Foi um beijo demorado, que foi apimentado com as nossas mãos a percorrer os nossos corpos. A curiosidade era mútua e entramos num filme sem saída… Uma praia deserta era um cenário perfeito.


Tendo a areia mexicana como colchão, e as iguanas como única testemunha, acabei por entrar dentro de uma mulher que fazia anos no mesmo dia que eu, e incrivelmente, eu parecia ter encontrado um encaixe perfeito, uma sintonia única, algo que eu nunca tinha sentido. Ela estava deliciada com a forma que eu percorria o seu interior. Seria pela data de nascimento? Ou pela envolvência do mar das Caraíbas? Ou ela seria a verdadeira “tampa da minha panela”?


O que é certo, é que aquele momento se tornou em algo tão saboroso e especial, que tudo foi feito com calma, estupidamente devagar. Olhos nos olhos, lábios nos lábios, e aquele delicioso movimento de penetração, em que eu saboreava cada saliência, cada relevo e cada recanto do seu interior, sempre na temperatura ideal, e de uma forma que nos fazia esquecer por completo, o símbolo que tínhamos no dedo da mão esquerda. 


O remate perfeito daquele momento, era o seu sussurrar, com um delicioso sotaque do norte, com pedidos ordinários de prazer, que me deixavam perfeitamente louco. Chamava-se Maria, exactamente o nome da minha primeira namorada. Apenas mais uma coincidência.


Acho que foi o momento de prazer mais paradisíaco da minha vida, uma excelente prenda de aniversário. Ela conseguia explodir de uma forma sequencial e intensa, saboreando tudo ao pormenor. Foi um momento único. Saborear uma pessoa que faz anos no mesmo dia que tu, será sempre assim tão especial?


A caminho do hotel, combinamos entre os dois, que o que tínhamos acabado de viver, era um segredo nosso, e que não podia repetir-se. Tínhamos de respeitar os nossos companheiros. Quando chegamos, o período de quarentena tinha terminado, e encontramos a Filipa e o Carlos a conversar no bar da piscina, de uma forma muito próxima e íntima. 


Ficamos surpreendidos com aquela cumplicidade, mas eles justificaram-se, pelo facto de terem sido colegas, e de já terem sido namorados… Terá sido apenas mais uma coincidência??? 


Neste mundo de coincidência, foi incrivelmente saboroso conhecer o interior de uma mulher que faz anos no mesmo dia do que eu. Inesquecível e perfeito... Tu não gostavas de sentir a mesma sensação?


Foto: Stanislas Merlin (Corbis.com)

Tuesday, January 4, 2011

Agarrada ao Passado

Depois de ter passado toda a sua juventude a estudar num colégio de freiras, em que só passava os fins de semana em casa com os pais, a entrada na faculdade foi uma fase difícil na vida da Tatiana. Ela era uma rapariga calada, reservada, extremamente educada e com excelentes notas. Eu sentia-me atraído por ela, com o seu cabelo escuro que contrastavam com os seus olhos claros.


Fiz alguns trabalhos de grupo com ela, e tentei sempre mostrar o desejo que sentia por ela, no entanto ela ignorava as minhas investidas. No entanto, foi com a aproximação do dia de São Valentim, que senti a Tatiana mais frágil. Ela a assistir as colegas de turma a combinarem da prenda ideal para as caras-metades, deu origem a uma lágrima no seu rosto. Eu vi naquela lágrima algo triste na sua vida.


Cheguei junto dela, ganhei coragem e roubei-lhe um beijo, um beijo salgado, naqueles lábios molhados, acompanhado com aquela lágrima. Ela entregou-se por completo. E foi no final daquele beijo demorado que surgiu uma surpresa, e ela disse-me: - “acreditas que este foi o meu primeiro beijo? A primeira vez que os meus lábios tocaram assim num homem…” Senti que ela queria se entregar, ela queria ser amada, ela queria sentir-se mulher. Eu nem conseguia acreditar naquelas palavras. Seria possível um rosto tão bonito nunca ter sido beijado? 



Aquele beijo acabou por não ter grande significado, mas abriu uma janela na vida da Tatiana, e ela ficou uma rapariga mais livre, mais alegre e com mais vontade de viver a sua juventude. Nós os dois começamos a ter conversas mais desinibidas, mais intimas e eu comecei a perceber que a curiosidade e o desejo dela aumentava de dia para dia. Ela começava a libertar-se das amarras que a mantinham presa ao seu passado.


Foi numa aula de Estatística em que o professor insistia em passar acetatos aborrecidos, eu e a Tatiana estávamos sentados numa secretaria na ultima fila. Eu comecei a escrever provocações no seu caderno em vez de passar os apontamentos do professor, e ela ficava toda corada só de ler as minhas palavras. 


Foi assim que eu decidi passar das palavras aos actos. Coloquei discretamente a minha mão debaixo da mesa e junto da sua perna. A Tatiana ficou mais vermelha que nunca, mas não negou aquele contacto.


A minha mão subiu em contacto com aquela perna quente, lentamente na direcção do sitio certo. Tatiana sem desviar o olhar do quadro e do professor, saboreava o momento. O meu dedo acariciou-a por cima do tecido da rua roupa interior. 


Calmamente caminhava de baixo para cima e de cima para baixo., sempre de uma forma subtil. Entretanto, comecei a sentir a temperatura a aumentar. A suave textura do algodão da roupa interior da Tatiana começou a ficar húmido, mesmo molhado. Ela parecia um vulcão.


O meu dedo ao sentir aquele ambiente só pensava em entrar, e dedilhar o interior daquele tesouro, mas ali era totalmente impossível, no entanto, um dos movimentos que fazia era forçar a sua entrada, mas aquele tecido húmido era um obstáculo. No entanto, depois de tanto tocar naquela zona, senti que existia um local mais sensível, mais quente, mais activo.


Sem forçar nada, o meu dedo tornou-se mais sensível que nunca e caminhou em circulo em redor daquele ponto, que estava mais saliente, mais quente e mais duro. Aqueles movimentos foram a chave do cofre, e senti a Tatiana a deixar-se levar, a perder o controlo, a tal ponto que foi obrigada a colocar o rosto sobre a secretaria. O professor parou a aula, olhou para nós e perguntou: “está tudo bem consigo Tatiana?”


Ela totalmente corada, com toda a turma a olhar para ela disse: ”sim , não se preocupe, estou bem”, mas eu interrompi e disse: “eu vou leva-la a casa… é melhor, não acha professor?”. Ele acenou-me com a cabeça e saímos os dois. Ela cá fora deu os últimos suspiros e controlou a respiração e disse-me: ”podemos ir para tua casa? Precisamos de falar sobre tudo o que aconteceu… Acho que quero sentir novamente…


Foto: Allyson Lubow (Corbis.com)

Agarrada ao Passado

Depois de ter passado toda a sua juventude a estudar num colégio de freiras, em que só passava os fins de semana em casa com os pais, a entrada na faculdade foi uma fase difícil na vida da Tatiana. Ela era uma rapariga calada, reservada, extremamente educada e com excelentes notas. Eu sentia-me atraído por ela, com o seu cabelo escuro que contrastavam com os seus olhos claros.


Fiz alguns trabalhos de grupo com ela, e tentei sempre mostrar o desejo que sentia por ela, no entanto ela ignorava as minhas investidas. No entanto, foi com a aproximação do dia de São Valentim, que senti a Tatiana mais frágil. Ela a assistir as colegas de turma a combinarem da prenda ideal para as caras-metades, deu origem a uma lágrima no seu rosto. Eu vi naquela lágrima algo triste na sua vida.


Cheguei junto dela, ganhei coragem e roubei-lhe um beijo, um beijo salgado, naqueles lábios molhados, acompanhado com aquela lágrima. Ela entregou-se por completo. E foi no final daquele beijo demorado que surgiu uma surpresa, e ela disse-me: - “acreditas que este foi o meu primeiro beijo? A primeira vez que os meus lábios tocaram assim num homem…” Senti que ela queria se entregar, ela queria ser amada, ela queria sentir-se mulher. Eu nem conseguia acreditar naquelas palavras. Seria possível um rosto tão bonito nunca ter sido beijado? 



Aquele beijo acabou por não ter grande significado, mas abriu uma janela na vida da Tatiana, e ela ficou uma rapariga mais livre, mais alegre e com mais vontade de viver a sua juventude. Nós os dois começamos a ter conversas mais desinibidas, mais intimas e eu comecei a perceber que a curiosidade e o desejo dela aumentava de dia para dia. Ela começava a libertar-se das amarras que a mantinham presa ao seu passado.


Foi numa aula de Estatística em que o professor insistia em passar acetatos aborrecidos, eu e a Tatiana estávamos sentados numa secretaria na ultima fila. Eu comecei a escrever provocações no seu caderno em vez de passar os apontamentos do professor, e ela ficava toda corada só de ler as minhas palavras. 


Foi assim que eu decidi passar das palavras aos actos. Coloquei discretamente a minha mão debaixo da mesa e junto da sua perna. A Tatiana ficou mais vermelha que nunca, mas não negou aquele contacto.


A minha mão subiu em contacto com aquela perna quente, lentamente na direcção do sitio certo. Tatiana sem desviar o olhar do quadro e do professor, saboreava o momento. O meu dedo acariciou-a por cima do tecido da rua roupa interior. 


Calmamente caminhava de baixo para cima e de cima para baixo., sempre de uma forma subtil. Entretanto, comecei a sentir a temperatura a aumentar. A suave textura do algodão da roupa interior da Tatiana começou a ficar húmido, mesmo molhado. Ela parecia um vulcão.


O meu dedo ao sentir aquele ambiente só pensava em entrar, e dedilhar o interior daquele tesouro, mas ali era totalmente impossível, no entanto, um dos movimentos que fazia era forçar a sua entrada, mas aquele tecido húmido era um obstáculo. No entanto, depois de tanto tocar naquela zona, senti que existia um local mais sensível, mais quente, mais activo.


Sem forçar nada, o meu dedo tornou-se mais sensível que nunca e caminhou em circulo em redor daquele ponto, que estava mais saliente, mais quente e mais duro. Aqueles movimentos foram a chave do cofre, e senti a Tatiana a deixar-se levar, a perder o controlo, a tal ponto que foi obrigada a colocar o rosto sobre a secretaria. O professor parou a aula, olhou para nós e perguntou: “está tudo bem consigo Tatiana?”


Ela totalmente corada, com toda a turma a olhar para ela disse: ”sim , não se preocupe, estou bem”, mas eu interrompi e disse: “eu vou leva-la a casa… é melhor, não acha professor?”. Ele acenou-me com a cabeça e saímos os dois. Ela cá fora deu os últimos suspiros e controlou a respiração e disse-me: ”podemos ir para tua casa? Precisamos de falar sobre tudo o que aconteceu… Acho que quero sentir novamente…


Foto: Allyson Lubow (Corbis.com)

Saturday, January 1, 2011

Reveillon ao Piano



O Sr. Rodrigues, o dono da empresa onde eu trabalhava, disponibilizou a sua mansão numa quinta perto de Castelo Branco, para quem quisesse lá ir na passagem de ano.


Bem, foi uma excelente ideia, a casa é enorme, não tínhamos que gastar dinheiro e ia ser uma coisa diferente. Eu, o Eduardo e o Oliveira aceitamos o convite e lá fomos os três, mais as respectivas namoradas, no dia 31 para Alcains.


Chegamos lá, e fomos logo dividir os quartos, a casa era enorme, e preparamos tudo para a grande noite, comida, lenha para a lareira, passas e espumante, e todos vestidos como se uma festa no Casino se tratasse.


A casa estava repleta de quadros e obras de arte, num espólio riquíssimo. Foi uma noite bem divertida, a namorada do Oliveira ainda nos mostrou os seus dotes no piano de cauda que estava na sala. Todos bebemos e dançamos. No entanto, já bastante quentes e sob efeito do álcool, decidimos que quando fosse meia-noite, exactamente na mudança do ano, tínhamos de estar dentro das nossas namoradas e com a porta do quarto aberta, para sentir com prazer a entrada do Ano Novo.


Os três casais acharam graça à ideia, e quando faltavam 15 minutos para a meia-noite, subimos todos para os quartos. Eu e a Alexandra decidimos que poderíamos saborear o momento de uma forma ainda melhor, junto da lareira e do piano. O calor do champanhe e da lareira foi um excelente tónico, para ficarmos totalmente desinibidos, para os momentos que iríamos viver de seguida. 



Ficamos bem agarrados um ao outro, mesmo em frente àquele fogo que continuava bem forte na lareira, a roupa foi-se tirando, peça a peça, e quando demos por nós estávamos nus, famintos de sexo.


A minha língua percorreu cada milímetro do seu corpo, procurou todas as suas curvas, e saboreou aquele desejo quente que sai do corpo dela. O seu cheiro feminino era a coisa que mais me excitava. No piso de cima ouvíamos também barulhos de gemidos. Aquela casa estava repleta de sexo.


Eu peguei na Alexandra ao colo, e deitei o corpo dela sobre o piano, e foi bom demais entrar dentro dela e ouvi-la soltar também pequenos gemidos, fico louco quando oiço uma mulher gemer, e naquele momento estava a ouvir três, somando os barulhos que vinham do primeiro andar da casa.


Involuntariamente íamos tocando nas teclas do piano, que nos dava uma música totalmente desafinada. Molhar o seu rosto com champanhe enquanto a penetrava foi um doce tónico de prazer. Os sons que vinham dos quartos também aumentavam os nossos impulsos de desejo. 


Aquele piano estava a ser a cama perfeita para um prazer desejado. Aquele momento estava ser tão especial e saboroso, que quisemos prologa-lo ao máximo. Tornou-se quase Tântrico. No primeiro andar, o som dos orgasmos já tinham entoado pelas escadas, e já estava tudo em silêncio.


Eu e a Alexandra ali continuamos. Resistentes à vontade de vibrar, de saborear um orgasmo que insistia em bater à porta mas que nós não o deixamos entrar. Cada vez mais lento, tornava-se impossível aguentar mais. 


A Alexandra estava a sentir uma rainha nos meus braços, e não consegui resistir mais, quando parei de efectuar qualquer movimento, e me sentir apertado e estimulado pelas fortes contracções que estava a sentir dentro do corpo dela. Ela apertava-me, ela vibrava, ela delirava. Eu estava a viver um momento único que nunca nenhuma mulher me tinha oferecido.


Completamente dentro do seu corpo ofereci-lhe um jacto único que ela sentiu embater dentro de si. Vivemos um orgasmo especial e completamente diferente do habitual para começar bem o ano.


Foto: Elke Van De Velde (Corbis.com)

Reveillon ao Piano



O Sr. Rodrigues, o dono da empresa onde eu trabalhava, disponibilizou a sua mansão numa quinta perto de Castelo Branco, para quem quisesse lá ir na passagem de ano.


Bem, foi uma excelente ideia, a casa é enorme, não tínhamos que gastar dinheiro e ia ser uma coisa diferente. Eu, o Eduardo e o Oliveira aceitamos o convite e lá fomos os três, mais as respectivas namoradas, no dia 31 para Alcains.


Chegamos lá, e fomos logo dividir os quartos, a casa era enorme, e preparamos tudo para a grande noite, comida, lenha para a lareira, passas e espumante, e todos vestidos como se uma festa no Casino se tratasse.


A casa estava repleta de quadros e obras de arte, num espólio riquíssimo. Foi uma noite bem divertida, a namorada do Oliveira ainda nos mostrou os seus dotes no piano de cauda que estava na sala. Todos bebemos e dançamos. No entanto, já bastante quentes e sob efeito do álcool, decidimos que quando fosse meia-noite, exactamente na mudança do ano, tínhamos de estar dentro das nossas namoradas e com a porta do quarto aberta, para sentir com prazer a entrada do Ano Novo.


Os três casais acharam graça à ideia, e quando faltavam 15 minutos para a meia-noite, subimos todos para os quartos. Eu e a Alexandra decidimos que poderíamos saborear o momento de uma forma ainda melhor, junto da lareira e do piano. O calor do champanhe e da lareira foi um excelente tónico, para ficarmos totalmente desinibidos, para os momentos que iríamos viver de seguida. 



Ficamos bem agarrados um ao outro, mesmo em frente àquele fogo que continuava bem forte na lareira, a roupa foi-se tirando, peça a peça, e quando demos por nós estávamos nus, famintos de sexo.


A minha língua percorreu cada milímetro do seu corpo, procurou todas as suas curvas, e saboreou aquele desejo quente que sai do corpo dela. O seu cheiro feminino era a coisa que mais me excitava. No piso de cima ouvíamos também barulhos de gemidos. Aquela casa estava repleta de sexo.


Eu peguei na Alexandra ao colo, e deitei o corpo dela sobre o piano, e foi bom demais entrar dentro dela e ouvi-la soltar também pequenos gemidos, fico louco quando oiço uma mulher gemer, e naquele momento estava a ouvir três, somando os barulhos que vinham do primeiro andar da casa.


Involuntariamente íamos tocando nas teclas do piano, que nos dava uma música totalmente desafinada. Molhar o seu rosto com champanhe enquanto a penetrava foi um doce tónico de prazer. Os sons que vinham dos quartos também aumentavam os nossos impulsos de desejo. 


Aquele piano estava a ser a cama perfeita para um prazer desejado. Aquele momento estava ser tão especial e saboroso, que quisemos prologa-lo ao máximo. Tornou-se quase Tântrico. No primeiro andar, o som dos orgasmos já tinham entoado pelas escadas, e já estava tudo em silêncio.


Eu e a Alexandra ali continuamos. Resistentes à vontade de vibrar, de saborear um orgasmo que insistia em bater à porta mas que nós não o deixamos entrar. Cada vez mais lento, tornava-se impossível aguentar mais. 


A Alexandra estava a sentir uma rainha nos meus braços, e não consegui resistir mais, quando parei de efectuar qualquer movimento, e me sentir apertado e estimulado pelas fortes contracções que estava a sentir dentro do corpo dela. Ela apertava-me, ela vibrava, ela delirava. Eu estava a viver um momento único que nunca nenhuma mulher me tinha oferecido.


Completamente dentro do seu corpo ofereci-lhe um jacto único que ela sentiu embater dentro de si. Vivemos um orgasmo especial e completamente diferente do habitual para começar bem o ano.


Foto: Elke Van De Velde (Corbis.com)

Monday, December 27, 2010

Penerima hadiah Nobel Kedokteran, Eijkman


Christiaan Eykman (11-08-1858, Utrecht) sekolah kedokteran di UVA (Universiteit van Amsterdam) Belanda dan lulus pada tahun 1883. Setelah lulus berangkat ke Hindia Belanda sebagai opsir kesehatan (officier van gezondheid) dan ditempatkan di Cilacap kemudian di Padang Sidempuan. Tahun 1885 kembali ke Belanda atas cuti sakit dan sempat terkait pada bagian bakteriologi. Pada tahun 1886 dia kembali lagi ke Hindia untuk bekerja sebentar dalam penelitian pada komisi penyakit beri-beri dibawah pimpinan Pekelharing dan Winkler . Tahun 1889 kembali lagi ke Hindia dan bekerja pada Laboratorium Pathologi Anatomie dan Bacteriologie yang kemudian bernama Eykman-Instituut . Dalam kesempatan kali ini dia juga diangkat sebagai direktur dan dokter pada sekolah dokter Jawa (Jawa-school). Penelitian yang dilakukannya dibidang polyneuritis membawanya kepada penelitian penyakit Beri-beri. Dimana ternyata penyebab Beri-beri adalah kekurangan vitamin B. Tahun 1898 dia kembali lagi ke Belanda dan mengajar di Universitas Utrecht sebagai guru besar . Pada tahun 1929 mendapatkan hadiah Nobel kedokteran pada bidang faal terkait penelitiannya waktu di Hindia yaitu Beri-beri

Saturday, December 25, 2010

Aroma de Natal

Na perfumaria que existe na minha rua, trabalha a Rute, a filha de uma grande amiga da minha mãe, e nós tínhamos sido colegas na escola primária. Com essa idade passávamos bastante tempo juntos a brincar, mas nos dias de hoje, simplesmente trocamos olhares tímidos e com um certo desejo escondido. 


A loja fechava todos os dias às 19h, no entanto, naquele dia, por ser véspera de Natal, a loja estava a fechar uma hora mais cedo. A Rute ao ver-me passar, fez-me um sinal e pediu-me para entrar. “Era só para te desejar um Feliz Natal”. Ela parecia ter dito umas palavras enfeitiçadas. Eu agradecia, e retribui a simpatia… Aquelas palavras pareciam que tinha um significado secreto, e como fiquei com vontade de ficar ali mais um pouco com ela, comecei a ver os preços dos perfumes.


Ela sorriu e disse-me: “Vou só fechar a porta para não entrar mais ninguém, porque hoje fechamos mais cedo, mas posso ajudar?” … Sim, ela podia ajudar-me e muito, a resolver o secreto mistério de atracção que eu sentia pelo seu corpo… Em silêncio dei um passo para junto dela, e senti que ela ficou incomodada… mas pela positiva… tocar nos lábios dela seria a melhor prenda de Natal que poderia receber naquele dia…


Não sei o que se passou, mas eu diria que a Rute leu o meu pensamento, e os nossos lábios acabaram por se tocar… provavelmente tínhamos acabado de realizar um desejo com mais de vinte anos, que nenhum dos dois tinha coragem de enfrentar… mas os lábios suaves dela, misturados com os cheiros adocicados da loja deixou-me louco, com um sentimento que eu não sentia há muito tempo, de tal forma que as minhas calças não conseguiam disfarçar o volume que se criou. Ela apercebendo-se disso ousou… e colocou no seu pescoço a sua essência favorita, pedindo para o sentir…


Senti, e muito, de tal forma que a minha língua saboreou aquele pescoço, e as minhas mãos tocaram aquele peito, deixando-o bem eriçado e sensível ao toque dos meus dedos. Adorei percorrer com a minha língua naquele peito endurecido. 


Logo de seguida, ela perfumou todo o meu corpo com um creme perfumado para homem que a deixava doida, e saboreou-me por completo, de todas as maneiras que possas imaginar, com a sua língua quente e sedosa, e estupidamente atrevida.

 


A excitação foi inesperada mas era total, e a chave mestra para eu entrar dentro do seu corpo, foi quando accionei o spray daquele frasco de creme masculino, numa zona do seu corpo que já se encontrava húmida por natureza. Não sei o que aquilo provocou no seu corpo, mas senti o seu total descontrolo.


O corpo dela vibrou com a mistura de sabores, com a força do spray, e com os movimentos perfeitos da minha língua, que tocava por dentro e por fora, nos sítios certos, e que fazia o balcão da loja pequeno para ela se movimentar de prazer. Os minutos passavam, e as horas chegavam, quando ela se apoiando na perfeição naquela mesa de vidro, e agarrada à caixa registadora, empinou-se na perfeição para eu entrar por detrás, e por completo dentro do seu corpo. Aquele desejo foi uma ordem.


As ruas estavam desertas e apenas brilhava a iluminação de Natal, mas o corpo da Rute estava completo com tudo o que ela queria receber, e tudo o que eu lhe queria dar… que mulher fervorosa, quente, deliciosa….. Ela começou-me a pedir mais força, mais intensidade e mais loucura. 


Eu correspondi de forma intensa, e mais uma vez ela surpreendeu-me, quando pegando mais uma vez naquele spray de creme masculino, exerceu a força daquele spray, na zona onde tudo estava a acontecer, deixando tudo mais fresco, mais lubrificado e mais intenso. Ela adorou sentir aquela pressão em toda a sua excitação, tal como para mim foi o impulso final, que deu origem ao orgasmo mais perfumado das nossas vidas.


Incrivelmente, naquela véspera de Natal, conseguimos gastar o frasco por completo nos nossos corpos, mas aquele cheiro nunca mais abandonou aquela loja, até os dias de hoje, e é algo que todos perguntam como é possível aquele cheiro se destacar dos outros… Difícil de explicar, não é?


Foto: Vincent Besnault (Corbis.com)

Aroma de Natal

Na perfumaria que existe na minha rua, trabalha a Rute, a filha de uma grande amiga da minha mãe, e nós tínhamos sido colegas na escola primária. Com essa idade passávamos bastante tempo juntos a brincar, mas nos dias de hoje, simplesmente trocamos olhares tímidos e com um certo desejo escondido. 


A loja fechava todos os dias às 19h, no entanto, naquele dia, por ser véspera de Natal, a loja estava a fechar uma hora mais cedo. A Rute ao ver-me passar, fez-me um sinal e pediu-me para entrar. “Era só para te desejar um Feliz Natal”. Ela parecia ter dito umas palavras enfeitiçadas. Eu agradecia, e retribui a simpatia… Aquelas palavras pareciam que tinha um significado secreto, e como fiquei com vontade de ficar ali mais um pouco com ela, comecei a ver os preços dos perfumes.


Ela sorriu e disse-me: “Vou só fechar a porta para não entrar mais ninguém, porque hoje fechamos mais cedo, mas posso ajudar?” … Sim, ela podia ajudar-me e muito, a resolver o secreto mistério de atracção que eu sentia pelo seu corpo… Em silêncio dei um passo para junto dela, e senti que ela ficou incomodada… mas pela positiva… tocar nos lábios dela seria a melhor prenda de Natal que poderia receber naquele dia…


Não sei o que se passou, mas eu diria que a Rute leu o meu pensamento, e os nossos lábios acabaram por se tocar… provavelmente tínhamos acabado de realizar um desejo com mais de vinte anos, que nenhum dos dois tinha coragem de enfrentar… mas os lábios suaves dela, misturados com os cheiros adocicados da loja deixou-me louco, com um sentimento que eu não sentia há muito tempo, de tal forma que as minhas calças não conseguiam disfarçar o volume que se criou. Ela apercebendo-se disso ousou… e colocou no seu pescoço a sua essência favorita, pedindo para o sentir…


Senti, e muito, de tal forma que a minha língua saboreou aquele pescoço, e as minhas mãos tocaram aquele peito, deixando-o bem eriçado e sensível ao toque dos meus dedos. Adorei percorrer com a minha língua naquele peito endurecido. 


Logo de seguida, ela perfumou todo o meu corpo com um creme perfumado para homem que a deixava doida, e saboreou-me por completo, de todas as maneiras que possas imaginar, com a sua língua quente e sedosa, e estupidamente atrevida.

 


A excitação foi inesperada mas era total, e a chave mestra para eu entrar dentro do seu corpo, foi quando accionei o spray daquele frasco de creme masculino, numa zona do seu corpo que já se encontrava húmida por natureza. Não sei o que aquilo provocou no seu corpo, mas senti o seu total descontrolo.


O corpo dela vibrou com a mistura de sabores, com a força do spray, e com os movimentos perfeitos da minha língua, que tocava por dentro e por fora, nos sítios certos, e que fazia o balcão da loja pequeno para ela se movimentar de prazer. Os minutos passavam, e as horas chegavam, quando ela se apoiando na perfeição naquela mesa de vidro, e agarrada à caixa registadora, empinou-se na perfeição para eu entrar por detrás, e por completo dentro do seu corpo. Aquele desejo foi uma ordem.


As ruas estavam desertas e apenas brilhava a iluminação de Natal, mas o corpo da Rute estava completo com tudo o que ela queria receber, e tudo o que eu lhe queria dar… que mulher fervorosa, quente, deliciosa….. Ela começou-me a pedir mais força, mais intensidade e mais loucura. 


Eu correspondi de forma intensa, e mais uma vez ela surpreendeu-me, quando pegando mais uma vez naquele spray de creme masculino, exerceu a força daquele spray, na zona onde tudo estava a acontecer, deixando tudo mais fresco, mais lubrificado e mais intenso. Ela adorou sentir aquela pressão em toda a sua excitação, tal como para mim foi o impulso final, que deu origem ao orgasmo mais perfumado das nossas vidas.


Incrivelmente, naquela véspera de Natal, conseguimos gastar o frasco por completo nos nossos corpos, mas aquele cheiro nunca mais abandonou aquela loja, até os dias de hoje, e é algo que todos perguntam como é possível aquele cheiro se destacar dos outros… Difícil de explicar, não é?


Foto: Vincent Besnault (Corbis.com)

Garuda Pancasila Rancangan Sultan Hamid II

Sintang-KOTA, (kalimantan-news) Sumber: www.kalimantan-news.com/berita.php?idb=2003

Satu fakta sejarah baru terungkap kembali. Yaitu tentang lambang negara burung garuda. Selama ini burung garuda (Pancasila) dinyatakan sebagai lambang negara dan merupakan kreatifitas sejumlah tokoh nasional. Sebut saja Soekarno, mantan presiden pertama republik ini. kemudian ada versi kedua, bahwa burung garuda merupakan hasil kreasi dari Sultan Hamid II. Hal inilah yang kini tengah diperjuangkan Kalbar ditingkat Nasional. Namun fakta baru muncul dari kerajaan Sintang. Kerajaan yang pernah disebut-sebut sebagai kerajaan terbesar ke dua di region Kalimantan ini setelah kerajaan Kutai. Raja Sintang H.R.M.Ichsani Ismail Tsyafioeddin dalam sebuah ritual adat kerajaan melayu pada pernikahan salah satu keponakannya mengatakan bahwa sultan hamid II yang disebut-sebut sebagai pencetus ide lambang negara ini telah meminjam lambang kerajaan Sintang. Tepatnya di tahun 1948 dan dibawa ke pontianak. Sultan Hamid II sendiri merupakan putra pertama raja kerajaan Pontianak sultan Syarif Muhammad Alkadrie. Untuk hal ini sultan Sintang dan tokoh sepuh yang masih kerabat keraton Gusti Djamadin mengaku masih menyimpan dokumen peminjaman lambang kerajaan Sintang oleh Sultan Hamid II tersebut. Lambang kerajaan Sintang sendiri yang kini masih tersimpan di istana Al Muqqaromah Sintang ada berupa patung burung yang memang sama dengan lambang negara kita saat ini. Patung burung itu sendiri menurut Gusti Djamadin dibuat oleh seorang putra Dayak yaitu Sutha Manggala di masa kerajaan Sultan Abdurrahman. Patung tersebut disyahkan sebagai lambang kerajaan Sintang tahun 1887. Gambar patung burung yang kemudian dijadikan sebagai lambang kerajaan Sintang ini menurut penuturan Gusti Djamadin diambil dari salah satu bagian gantungan gong dari bagian seperangkat gamelan yang dijadikan barang hantaran lamaran Patih Lugender kepada putri kerajaan Sintang Dara Juanti. Pada bagian gantungan gong terdapat ukiran menyerupai burung garuda. Memiliki dua kepala yang berlawanan pandang. Satu kepala asli burung namun satu lagi menyerupai kepala manusia. Sedangkan pada lambang kerajaan Sintang kepala patung diukir menyerupai kepala manusia.
Jika benar cerita ini, dan kerajaan Sintang memang masih memiliki bukti-bukti sejarah, maka siapa yang pertama kali mencetuskan lambang dari negara ini akan menemui babak baru. Pasalnya selama 60 tahun kerajaan Sintang mengalami masa vacuum. (phs). Foto selipan, Sultan Hamid ke II dimasa tuanya dengan sketsa burung garuda yang kemudian menjadi lambang negara Republik Indonesia Serikat.


Sunday, December 19, 2010

Kisah yang Hampir Tidak Diingat

Kompas Cetak Minggu, 19 Desember 2010

Wajah Ismael Hassan (84) berseri-seri. Pada Sabtu (18/12), di Kompleks Yayasan Asrama dan Pendidikan Islam Al-Azhar, Rawamangun, Jakarta Timur, ia sibuk menerima ucapan selamat dari koleganya dan orang-orang lain yang menghadiri peringatan 62 tahun Pemerintah Darurat Republik Indonesia. Memakai setelan jas berwarna gelap, ia juga kelihatan tangkas melayani permintaan sejumlah orang yang mengajaknya berfoto bersama. Ismael adalah orang yang paham bagaimana para tokoh Pemerintah Darurat Republik Indonesia (PDRI) berjuang di hutan-hutan belantara di Sumatera Barat. Bersama tokoh PDRI, ia ikut berpindah-pindah tempat hunian guna menghindari kejaran Belanda.

Ismael juga mengetahui persis alotnya perundingan Ketua PDRI Sjafruddin Prawiranegara dengan delegasi utusan Soekarno-Hatta pada fase akhir PDRI. Perundingan itu bertujuan melunakkan hati Sjafruddin agar mau datang ke Yogyakarta, mengembalikan mandat pemerintahan kepada Soekarno-Hatta. Dalam perundingan di Kabupaten Lima Puluh Kota, Sumatera Barat, itu, Ismael bertindak sebagai notulis. Di sela-sela makan siang seusai acara peringatan, Ismael mengatakan, PDRI merupakan salah satu mata rantai eksistensi Republik Indonesia. Berkat PDRI, pemerintahan Republik Indonesia memiliki kesinambungan. PDRI dibentuk atas perintah Presiden Soekarno-Wakil Presiden Mohammad Hatta pada 19 Desember 1948. Serbuan Belanda ke Ibu Kota Yogyakarta membuat kedudukan Dwitunggal itu berada di ujung tanduk. Untuk menjaga kesinambungan pemerintahan, dibentuklah PDRI yang berkedudukan di Bukittinggi, Sumatera Barat. Tidak lama setelah memberikan mandat kepada Sjafruddin sebagai Ketua PDRI, Soekarno-Hatta ditangkap pasukan Belanda. Selain Sjafruddin, yang menjabat sebagai Menteri Kemakmuran dalam pemerintahan Soekarno-Hatta, ada delapan orang lain duduk dalam PDRI. Mereka antara lain Jenderal Sudirman sebagai Panglima Angkatan Perang PDRI dan Mr AA Maramis yang menjabat Menteri Luar Negeri PDRI yang berkedudukan di New Delhi, India. PDRI berakhir pada 13 Juli 1949. Selama tujuh bulan melaksanakan mandat, tokoh PDRI di Tanah Air berpindah-pindah tempat hunian guna menghindari kejaran pasukan Belanda. Seminggu sebelum penyerahan kembali mandat, delegasi utusan Soekarno-Hatta yang antara lain terdiri dari Moh Natsir dan J Leimena berunding alot dengan Sjafruddin. ”Waktu itu, Sjafruddin mempertanyakan mengapa PDRI tidak diajak dalam perundingan Roem-Royen (Mei 1949),” ujar Ismael. Hal lain yang dipertanyakan oleh Sjafruddin adalah isi perjanjian Roem-Royen yang melemahkan republik. ”Keberatan utama Sjafruddin sebenarnya terletak pada perjanjian Roem-Royen itu,” ujar Ismael. Namun, Sjafruddin akhirnya bersedia mengembalikan mandat pemerintahan kepada Soekarno-Hatta pada 13 Juli 1949. Sjafruddin dan tokoh PDRI lainnya mendarat di lapangan terbang Maguwo, Yogyakarta, pada 10 Juli 1949.

Kurang dikenal

Fragmen PDRI dalam bentang sejarah perjuangan Indonesia mungkin kurang begitu dikenal. ”Hampir tidak diingat lagi. Peran mereka tidak mendapat sorotan,” kata sejarawan Hilmar Farid dalam kesempatan terpisah. Baru pada tahun 2006, tanggal terbentuknya PDRI, yakni 19 Desember, dinyatakan oleh Pemerintah RI sebagai Hari Bela Negara. Ini merupakan pengakuan luas pemerintah akan peran PDRI setelah ditunggu- tunggu selama berpuluh-puluh tahun oleh mereka yang pernah aktif dalam PDRI. Mantan Wakil ketua MPR AM Fatwa yang hadir dalam acara peringatan 62 Tahun PDRI itu menegaskan, apa yang dilakukan para tokoh PDRI patut dicontoh oleh generasi politisi ataupun pejabat sekarang. ”Tokoh PDRI berjuang dengan tulus tanpa mengharapkan apa-apa demi negara,” jelasnya.

Bagaimanapun, menurut Hilmar, Sjafruddin akhirnya terlempar dari pusaran kekuasaan di pusat. Lantas, mantan Menteri Keuangan dan Wakil Perdana Menteri ini memiliki sikap yang berseberangan terhadap pemerintah pusat dengan bergabung bersama Pemerintahan Revolusioner Republik Indonesia (PRRI) pada tahun 1958. Kekuatan PRRI lantas dipukul pemerintah pusat dengan kekuatan militer. Pemerintah pusat melihat PRRI sebagai pemberontakan, tetapi beberapa pendapat menyebut PRRI sebenarnya merupakan ekspresi ketidakpuasan daerah pada pusat.

Peringatan sederhana

Terlepas dari peranan Sjafruddin dalam PRRI yang dianggap sebagai bentuk pembangkangan, PDRI perlu mendapat sorotan lebih layak dalam panggung sejarah Indonesia. Pada periode PDRI ada sejumlah orang yang dengan gigih, tanpa mengharapkan pamrih apa pun, berlarian di hutan, bukan sekadar untuk menyelamatkan diri sendiri, melainkan untuk memastikan bahwa pemerintahan RI tetap eksis di tengah tekanan Belanda. Peringatan 62 tahun PDRI sendiri berlangsung bersahaja di Kompleks Yayasan Asrama dan Pendidikan Islam (YAPI) Al-Azhar, Rawamangun, Jaktim. Setiap tahun, peringatan PDRI memang selalu dilakukan di sana, dengan diprakarsai oleh Ismael, ketua sekaligus salah satu pendiri YAPI. Tidak ada pejabat negara atau politisi beken yang hadir. Namun, mereka semua dengan tulus mengenang orang- orang yang pernah memberi warna cukup penting dalam sejarah Indonesia itu. (A TOMY TRINUGROHO)

Komentar:

Tulisan untuk memperingati peristiwa jatuhnya kota Yogya 19 Desember 1948, hendaknya juga untuk mengangkat sejarah Perintah Kilat Jenderal Soedirman. Itulah peristiwa apa yang kita kenal sebagai "Perang Rakyat Semesta". PDRI baru berdiri tanggal 22 Desember 1948. Sesungguhnya semua ini berada dalam koridor Sejarah Nasional dalam satu kesatuan yang tidak terpisahkan. Yaitu 1. Yogya diserang, Pak Dirman memiimpin gerilya yang berlaku untuk seluruh tanah air. 2. Surat mandat dikirim Hatta, satu untuk Sjafroedin di Bukit Tinggi dan satu lagi untuk Maramis di New Delhi. 3. Presiden, wakil Presiden/Perdana Menteri dan sejumlah Menteri ditawan di Sumatera. Meskipun sebagai tawanan, nyatanya Belanda, BFO, KTN, Sri Sultan HB IX datang ke Bangka untuk bertemu dengan para pemimpin bangsa ini. 4. Palar selaku wakil PDRI di PBB melakukan perjuangan diplomasi didunia internasional. Dan jangan lupa peranan para pemimpin Aceh dibawah Panglima Daud Bereh yang berjuang demi tegak berdirinya PDRI. Aceh tidak pernah tersentuh oleh tangan musuh. Kalau mau saat itu Aceh bisa merdeka atau melepaskan diri....tapi itu tidak dilakukan demi NKRI.....Bukan Main. Referensi "Modal Perjuangan Kemerdekaan" (Perjuangan Kemerdekaan di Aceh 1947-1948) diterbitkan oleh Lembaga Sejarah Aceh 1990, penulis TA Talsya

Wednesday, December 15, 2010

Boneco Azul

Naquela tarde, eu tinha a casa livre para mim e para a Matilde, pois os meus pais tinha uma consulta no medico ao final do dia. Fantástico. 
Quando lhe dei a noticia ela também ficou super contente, até porque tínhamos muito poucas oportunidades para estar os dois sozinhos, e porque ela não conhecia o meu quarto. Ela era super curiosa.  
Quando lá chegamos, ela correu para o quarto, e a reacção que ela teve foi a mais estranha que eu podia imaginar: começou a chorar. Fiquei espanto e perguntei-lhe: “que foi? Que se passa?



Aquela reacção foi simplesmente de emoção, de nostalgia, pois no meu quarto ainda estavam muitas marcas do tempo em que a minha irmã era solteira, e no canto junto ao roupeiro estava um pequeno peluche azul. A Matilde agarrou-se aquele boneco emocionada.



Eu perguntei porque é que ela estava assim, pois tratava-se de um simples boneco azul, sem grande significado, e ela, com um sorriso nos lábios e agarrada ao ursinho começou a contar as razões de tanta alegria: “Eu cresci com um peluche igualzinho a este em cima da minha cama. Tinha sido oferecido no Natal pela minha tia. Era o meu confidente, sabia dos meus problemas e dos meus desejos. Passei momentos únicos, que nunca mais vou esquecer, agarrado a um boneco igual a este."
"As minhas amigas contavam-me histórias e momentos que viviam com os namorados. Momentos de paixão, de amor ou de tesão. Sentimentos e momentos que eu nunca tinha vivido, apenas imaginado. Eu era tímida com os rapazes e sentia vergonha do meu corpo. Apenas aquele boneco me conhecia nua.


Depois de ouvir algumas histórias de colegas minhas, sobre a possibilidade de uma rapariga poder atingir prazer sozinha, sem ser necessário estar com um rapaz, foi aquele boneco que me ofereceu o meu primeiro orgasmo. Coloquei-o no meio das minhas pernas, e com os olhos fechados, imaginei que aquele boneco tinha vida. Com a minha mão, aquele boneco ganhou mesmo vida, e eu ganhei sensações que nunca tinha sentido. Arrepios, espasmos, tremuras de prazer.






Dia após dia, aquele boneco dava-me prazer, cada vez mais intenso e mais perfeito. Era simplesmente fantástico. A minha imaginação estava cada vez mais pecaminosa, ao ponto de me imaginar com todos os bonecos do meu quarto, tocando com todos eles no meu corpo e sentindo todo o prazer que aquela orgia imaginaria me oferecia…



Até que certo dia, quando regressei de férias fiquei em choque… entrei no meu quarto e a minha mãe disse-me: “Olha, como já tas crescida, ofereci todos os teus peluches a uma instituição de caridade…” bahhhhh, eu não acreditei…



Hoje reencontrar um boneco exactamente igual relembrou-me toda a minha adolescência…” Bem, o que é certo é que ela enquanto me contava esta história, já estava deitada na minha cama, com aquele boneco bem preso nas suas pernas, regressando um pouco ao seu passado.



Eu fiquei sem palavras com toda a história que a Matilde tinha acabado de me contar, mas o que é certo é que fiquei excitado com o que ouvi e com o que estava a ver. Ela estava a ficar descontrolada, relembrando os movimentos da sua adolescência. Ajudei-a a tirar as suas calças, e fiquei a observar os movimentos daquele boneco em contacto com o seu corpo.



Eu não resisti aqueles movimentos, e acabei por ser obrigado a tocar com a minha língua naquele corpo e logo de seguida preenche-lo de forma voraz. Inesperadamente, aquele final de tarde foi vivido a três, pois aquele pequeno peluche azul nunca saiu do meio dos nossos corpos, e também participou no nosso intenso momento de prazer.


Foto: Harry Vorsteher (Corbis.com)

Boneco Azul

Naquela tarde, eu tinha a casa livre para mim e para a Matilde, pois os meus pais tinha uma consulta no medico ao final do dia. Fantástico. 
Quando lhe dei a noticia ela também ficou super contente, até porque tínhamos muito poucas oportunidades para estar os dois sozinhos, e porque ela não conhecia o meu quarto. Ela era super curiosa.  
Quando lá chegamos, ela correu para o quarto, e a reacção que ela teve foi a mais estranha que eu podia imaginar: começou a chorar. Fiquei espanto e perguntei-lhe: “que foi? Que se passa?



Aquela reacção foi simplesmente de emoção, de nostalgia, pois no meu quarto ainda estavam muitas marcas do tempo em que a minha irmã era solteira, e no canto junto ao roupeiro estava um pequeno peluche azul. A Matilde agarrou-se aquele boneco emocionada.



Eu perguntei porque é que ela estava assim, pois tratava-se de um simples boneco azul, sem grande significado, e ela, com um sorriso nos lábios e agarrada ao ursinho começou a contar as razões de tanta alegria: “Eu cresci com um peluche igualzinho a este em cima da minha cama. Tinha sido oferecido no Natal pela minha tia. Era o meu confidente, sabia dos meus problemas e dos meus desejos. Passei momentos únicos, que nunca mais vou esquecer, agarrado a um boneco igual a este."
"As minhas amigas contavam-me histórias e momentos que viviam com os namorados. Momentos de paixão, de amor ou de tesão. Sentimentos e momentos que eu nunca tinha vivido, apenas imaginado. Eu era tímida com os rapazes e sentia vergonha do meu corpo. Apenas aquele boneco me conhecia nua.


Depois de ouvir algumas histórias de colegas minhas, sobre a possibilidade de uma rapariga poder atingir prazer sozinha, sem ser necessário estar com um rapaz, foi aquele boneco que me ofereceu o meu primeiro orgasmo. Coloquei-o no meio das minhas pernas, e com os olhos fechados, imaginei que aquele boneco tinha vida. Com a minha mão, aquele boneco ganhou mesmo vida, e eu ganhei sensações que nunca tinha sentido. Arrepios, espasmos, tremuras de prazer.






Dia após dia, aquele boneco dava-me prazer, cada vez mais intenso e mais perfeito. Era simplesmente fantástico. A minha imaginação estava cada vez mais pecaminosa, ao ponto de me imaginar com todos os bonecos do meu quarto, tocando com todos eles no meu corpo e sentindo todo o prazer que aquela orgia imaginaria me oferecia…



Até que certo dia, quando regressei de férias fiquei em choque… entrei no meu quarto e a minha mãe disse-me: “Olha, como já tas crescida, ofereci todos os teus peluches a uma instituição de caridade…” bahhhhh, eu não acreditei…



Hoje reencontrar um boneco exactamente igual relembrou-me toda a minha adolescência…” Bem, o que é certo é que ela enquanto me contava esta história, já estava deitada na minha cama, com aquele boneco bem preso nas suas pernas, regressando um pouco ao seu passado.



Eu fiquei sem palavras com toda a história que a Matilde tinha acabado de me contar, mas o que é certo é que fiquei excitado com o que ouvi e com o que estava a ver. Ela estava a ficar descontrolada, relembrando os movimentos da sua adolescência. Ajudei-a a tirar as suas calças, e fiquei a observar os movimentos daquele boneco em contacto com o seu corpo.



Eu não resisti aqueles movimentos, e acabei por ser obrigado a tocar com a minha língua naquele corpo e logo de seguida preenche-lo de forma voraz. Inesperadamente, aquele final de tarde foi vivido a três, pois aquele pequeno peluche azul nunca saiu do meio dos nossos corpos, e também participou no nosso intenso momento de prazer.


Foto: Harry Vorsteher (Corbis.com)